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Língua Espanhola · FGV · 2025

Questão comentada de Língua Espanhola

El fragmento a seguir trata de actividades de lectura en sala de clase. “O trabalho reflexivo sobre esse movimento de integração entre o espaço cotidiano do aluno, de seus saberes e suas experiências, e o espaço da escola, manifestado no texto lido e na atividade de leitura realizada em sala de aula, seja essencial. Não apenas o aluno pode selecionar melhor as informações que busca em seu conhecimento prévio e as informações novas recebidas em função de um objetivo específico, como também pode refletir sobre possíveis direcionamentos presentes nos textos lidos para que ele selecione determinadas informações e ignore outras. Além disso, ao pensar sobre as inferências construídas, o aluno pode refletir sobre sua concepção de mundo, alterando-a, de maneira consciente, em função da sua integração com novos saberes, o que colabora na construção de uma consciência de que nenhum saber (consequentemente, nenhuma leitura) é fixo, uma vez que não existe ninguém nem nada que esteja dado e acabado. “ Botelho, Patricia & Vargas, Diego da Silva. “Inferências e atividades de leitura: cognição e metacognição em sala de aula”. In: Cad. Est. Ling., Campinas, v.63, p. 1-24, 2021. Respecto a ese fragmento podemos afirmar que son prácticas en las tareas de lectura de la clase de español lengua extranjera que se basan en dichas conductas, a la excepción de:

Gabarito: B

A questão cobra compreensão de leitura com foco em práticas que ajudam o aluno a construir sentido, e não apenas a “decodificar” palavras uma por uma. No trecho, aparecem ideias bem típicas de uma leitura ativa: ativar conhecimentos prévios, comparar o novo com o que o aluno já sabe, fazer inferências, perceber direcionamentos do texto e até revisar a própria visão de mundo. Isso é leitura como interação, não como caça ao dicionário. Em provas da FGV, é muito comum aparecer essa noção de leitura crítica e reflexiva: o aluno não fica passivo, ele levanta hipóteses, interpreta implícitos e dialoga com o texto. A própria base da análise de compreensão textual em língua estrangeira valoriza estratégias de construção de sentido, como previsão, inferência e relação com contexto, algo alinhado à didática comunicativa e à compreensão leitora contemporânea. Por isso, a alternativa B é a exceção. Traduzir todas as palavras do texto não é uma prática de leitura reflexiva, nem favorece necessariamente a compreensão global. Muitas vezes, isso até atrapalha, porque faz o aluno parar em cada termo e perder a ideia central do texto. Em leitura eficiente, você seleciona o que importa, não traduz tudo com obsessão de mini-dicionário ambulante. As demais alternativas combinam com o fragmento: ativar conhecimento prévio, construir hipóteses, identificar o implícito e desenvolver leitura crítica são exatamente comportamentos coerentes com o texto. Em resumo: a questão opõe leitura estratégica e interpretativa a uma postura mecânica e literal.

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