De acordo com Schellenberg (2007) classificação de documentos pode ser realizada de três maneiras:
- A)Funcional, estrutural e por assunto.
Correta, porque corresponde exatamente às três maneiras de classificação indicadas por Schellenberg: funcional, estrutural e por assunto.
- B)Funcional, estrutural e alfabético.
Errada, porque inclui a classificação alfabética, que não é uma das três formas atribuídas a Schellenberg.
- C)Alfabético, numérico e geográfico.
Errada, porque traz critérios de arranjo comuns, mas não os três modos de classificação citados por Schellenberg.
- D)Alfabético, numérico e por assunto.
Errada, porque reduz a classificação a critérios alfabético, numérico e por assunto, deixando de fora funcional e estrutural.
- E)Alfabético, numérico e funcional.
Errada, porque combina alfabético e numérico com funcional, mas Schellenberg não apresenta esse trio como suas três maneiras de classificação.
Gabarito: A
Para Schellenberg, a classificação de documentos pode seguir três critérios básicos: funcional, estrutural e por assunto. A lógica é simples: você pode organizar os documentos olhando para a função que eles registram, para a estrutura administrativa que os produz ou para o tema tratado no conteúdo. Na prática, isso significa que a classificação não se limita a ordem alfabética ou numérica, porque o foco do autor está em critérios de organização ligados à atividade e à estrutura da instituição. É o tipo de ideia que cai muito em prova: a banca troca o critério de classificação por formas de arranjo mais comuns em arquivamento, como alfabético ou numérico, só para ver se você escorrega. Por isso, o gabarito é a letra A. Ela reproduz corretamente as três maneiras apontadas por Schellenberg: funcional, estrutural e por assunto. Essa visão é doutrinária e bem clássica na Arquivologia, especialmente quando o tema é classificação em arquivos corrente e intermediário. Em resumo: se a questão citar Schellenberg e falar em três modos de classificar documentos, pense primeiro na relação do documento com a função, com a estrutura e com o assunto. O resto costuma ser isca de prova.