É muito importante cuidar dos documentos desde o momento de sua geração, por isso é imprescindível, que funcionários, professores e alunos conheçam os cuidados que devem ser dispensados aos documentos que fazem parte das atividades diárias da escola, pois muitos deles podem se tornar históricos. http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/dhe/manual_de_t rabalho_em_arquivos_escolares.pdf Considerando o fragmento de texto acima, podemos inferir que o ciclo de vida referente aos documentos que devem ser conservados definitivamente por valor histórico ou documental, faz parte do arquivo:
- A)corrente.
Errada, porque o arquivo corrente guarda documentos de uso frequente na rotina administrativa, e não os que devem ser preservados definitivamente.
- B)transitório.
Errada, porque 'transitório' não é a classificação clássica do ciclo de vida documental em Arquivologia.
- C)intermediário.
Errada, porque o arquivo intermediário guarda documentos pouco usados, mas ainda sujeitos a prazos de guarda antes da destinação final.
- D)permanente.
Certa, porque documentos com valor histórico ou documental e conservação definitiva pertencem ao arquivo permanente.
- E)segunda idade.
Errada, porque 'segunda idade' corresponde ao arquivo intermediário, não ao acervo preservado permanentemente.
Gabarito: D
A ideia central aqui é o ciclo de vida dos documentos, que a Arquivologia divide em fases conforme a frequência de uso e o valor que o documento ainda tem para a administração. Em regra, primeiro vem o arquivo corrente, depois o intermediário e, por fim, o permanente. Cada etapa corresponde a uma idade documental diferente, com destino e tratamento próprios. Quando o enunciado fala em documentos que devem ser conservados definitivamente por valor histórico ou documental, ele está descrevendo aqueles que não podem ser eliminados. Esses documentos deixam de ser úteis apenas para a rotina administrativa, mas passam a ter valor probatório, informativo ou histórico para a instituição e para a sociedade. Por isso, eles integram o arquivo permanente, também chamado de arquivo de terceira idade. É nesse estágio que os documentos são preservados de forma definitiva, não mais para consulta frequente de gestão, mas para guarda permanente e memória institucional. Esse entendimento está alinhado com a doutrina arquivística clássica e com a Lei 8.159/1991, que trata da política nacional de arquivos públicos e privados e reconhece a gestão documental e a preservação dos documentos de valor permanente. Então, se a banca falar em conservar para sempre por valor histórico ou documental, pense imediatamente em arquivo permanente.