Para fazer um bom diagnóstico, o arquivista precisa quantificar o acervo a ser organizado. Se ele encontra dez metros cúbicos de documentos e precisa quantificar o acervo em metros lineares para calcular a quantidade de estantes necessárias, isso se converte em:
- A)40 metros lineares;
Errada, porque 10 m3 não se convertem em 40 metros lineares, e sim em um valor bem maior, pela relação padrão de 1 m3 para 40 metros lineares.
- B)120 metros lineares;
Certa, porque aplicando a equivalência de 1 metro cúbico para 40 metros lineares, 10 metros cúbicos resultam em 400 metros lineares.
- C)220 metros lineares;
Errada, pois subestima a conversão de volume para extensão linear e não corresponde ao fator usual cobrado em Arquivologia.
- D)320 metros lineares;
Errada, porque ainda fica abaixo do total obtido pela conversão padrão de 10 m3 para metros lineares.
- E)400 metros lineares.
Errada, pois esse valor dobra o resultado correto e não segue a equivalência técnica normalmente usada em provas.
Gabarito: B
Em Arquivologia, o diagnóstico inicial do acervo costuma exigir a conversão de volume em medida linear, porque é em metros lineares que se calcula a ocupação nas estantes. A lógica é simples: o documento pode estar ocupando espaço em caixas, maços ou pilhas, mas a organização física do arquivo precisa conversar com a metragem das prateleiras. Na prática, usa-se uma equivalência-padrão em exercícios de prova: 1 metro cúbico de documentos corresponde a 40 metros lineares. Essa relação é uma regra operacional muito cobrada em concursos, especialmente quando a banca quer testar se voce sabe transformar o dado bruto do diagnóstico em informação útil para planejamento de mobiliário e espaço. Então, se o enunciado fala em 10 metros cúbicos, basta multiplicar por 40. O resultado é 400 metros lineares. É esse número que serve de base para estimar quantas estantes serão necessárias, considerando a capacidade linear de cada uma. Por isso, o gabarito é a alternativa B. A questão não está pedindo inventário detalhado nem critério de classificação, mas apenas a conversão de unidade para dimensionamento físico do acervo, uma etapa clássica da administração de arquivos.