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Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão da Segurança da Informação Orçamentária), Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO)

O edital de Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão da Segurança da Informação Orçamentária) do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 9 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 20 mil (Analista de Planejamento e Orçamento (APO))Base: Ministério do Planejamento e Orçamento (carreira de Planejamento e Orçamento), referência 2026. Confira o edital vigente.

A vaga onde cibersegurança encontra o orçamento da União: pouquíssimas cadeiras, salário de elite e uma prova que cobra firewall e LOA na mesma folha.

Matérias
9
Banca
CESPE/CEBRASPE
Banca
Cebraspe (certo/errado)
Vagas imediatas
2 + cadastro reserva
Remuneração inicial
Faixa de R$ 21 mil
Você disputa duas cadeiras, mas a chave é o combo orçamento + segurança

Esta é uma das especialidades mais enxutas do concurso de APO do MPO: apenas 2 vagas imediatas mais cadastro de reserva, todas em Brasília. O detalhe que separa quem passa de quem reprova não é só dominar segurança da informação. A prova específica junta, na mesma etapa, todo o bloco pesado de Planejamento e Orçamento Público (PPA, LDO, LOA, LRF, Lei 4.320, ciclo orçamentário) com Gestão da Segurança da Informação (cibersegurança, ISO 27001/27002/27005, CIS Controls v8, NIST, resposta a incidentes). Candidato de TI costuma chegar forte em segurança e fraco em orçamento. É exatamente nesse vão que a aprovação se decide, ainda mais com a Cebraspe penalizando chute na regra do certo/errado.

O que você faz no dia a dia

O foco da especialidade é proteger a informação que sustenta o orçamento federal, não administrar o orçamento em si. Na prática, você atua na ponta de tecnologia da Secretaria de Orçamento Federal cuidando dos sistemas estruturantes, com destaque para o SIOP (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento). O trabalho gira em torno de:

  • Proteger dados e sistemas orçamentários: controle de acesso, criptografia, infraestrutura de chaves públicas (ICP-Brasil, X.509) e hardening de ambientes críticos.
  • Gestão de riscos e conformidade: aplicar ISO 27001/27002/27005, CIS Controls v8 e a Política Nacional de Ciberseguração na rotina do órgão.
  • Tratamento e resposta a incidentes: operar dentro do modelo de CSIRT, articulado com CTIR.Gov e a Rede Federal de Gestão de Incidentes (ReGIC).

Perfil da prova e a banca

A banca é a Cebraspe, com o formato clássico certo/errado: cada erro anula um acerto, então chute solto é veneno. A primeira etapa tem prova objetiva de conhecimentos básicos (P1), objetiva de conhecimentos específicos (P2), provas discursivas e avaliação de títulos. A nota de corte combina mínimos por prova e mínimo no conjunto das objetivas, ou seja, não adianta gabaritar um bloco e abandonar o outro. O grande filtro desta especialidade é a amplitude: você precisa transitar bem entre direito/gestão orçamentária e segurança cibernética técnica, dois mundos que raramente moram na mesma cabeça.

Matérias de maior peso e prioridade

O conteúdo específico se divide em três frentes, e a ordem de ataque importa:

  • Planejamento e Orçamento Público (peso alto e comum a todos): ciclo orçamentário, PPA, LDO, LOA, Lei 4.320/1964, LRF (LC 101/2000), Regra de Ouro, créditos adicionais, receita e despesa, restos a pagar, Lei 10.180/2001 e SIOP.
  • Gestão da Segurança da Informação (o coração da especialidade): criptografia simétrica e assimétrica, ICP-Brasil e X.509, CIS Controls v8, ISO/IEC 27001, 27002 e 27005, NIST RMF, OWASP Top Ten e SAMM, pentest, DevSecOps, Blue/Red Team.
  • Resposta a incidentes e conformidade legal: NIST SP 800-61, FIRST CSIRT Services Framework, SANS, Política Nacional de Ciberseguração (Decreto 11.856/2023), normas GSI/PR, SISP (Decreto 7.579/2011), ReGIC e noções de forense.

Prioridade prática: se você vem de TI, blinde primeiro Planejamento e Orçamento, porque é o assunto mais distante da sua zona de conforto e tem peso grande. Se você vem da área pública, a segurança técnica é o seu gargalo.

Nível, remuneração e lotação

O cargo é de nível superior em qualquer área de formação, o que amplia a disputa mas não dispensa base técnica em segurança. A remuneração inicial fica na faixa dos R$ 21 mil, com progressão que chega à casa dos R$ 30 mil no topo da carreira, somando uma das melhores relações esforço-retorno entre os cargos de TI do Executivo federal. A lotação é em Brasília/DF.

Etapas até a posse

O caminho não termina na prova objetiva. Conte com:

  • Provas discursivas: um parecer sobre planejamento e orçamento público e uma questão de realidade brasileira (comuns a todos), mais uma dissertação e uma questão de conhecimentos específicos da sua especialidade.
  • Avaliação de títulos (classificatória).
  • Curso de formação na ENAP, em Brasília, de caráter eliminatório e classificatório, com carga horária elevada e auxílio financeiro durante o período. Só quem é aprovado no curso é nomeado.

Não há TAF, prova oral nem investigação social: o funil é técnico e discursivo, do início ao fim.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Direito Constitucional45.442
4Direito Administrativo65.476
5Administração Pública7.482
6Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
7Tecnologia da Informação633
8Segurança da Informação8.552
9Governanca / Gestao de TI5.629

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão da Segurança da Informação Orçamentária)?

A partir de ~R$ 20 mil, Analista de Planejamento e Orçamento (APO). Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) para Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão da Segurança da Informação Orçamentária)?

Pelo edital, o cargo de Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão da Segurança da Informação Orçamentária) cobra 9 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Tecnologia da Informação, Segurança da Informação, Governanca / Gestao de TI.

Qual a banca do concurso Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO)?

A banca do cargo de Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão da Segurança da Informação Orçamentária) é a CESPE/CEBRASPE.

Por onde começar a estudar para Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão da Segurança da Informação Orçamentária)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em Tecnologia da Informação para concorrer?

Não. O requisito é diploma de nível superior em qualquer área reconhecida pelo MEC. Mas o conteúdo específico de cibersegurança é técnico e denso, então quem não vem de TI precisa de uma preparação mais longa nessa frente.

A prova cobra mesmo orçamento público numa vaga de segurança da informação?

Sim, e com peso. O bloco de Planejamento e Orçamento Público (PPA, LDO, LOA, LRF, ciclo orçamentário) entra na prova específica junto com a Gestão da Segurança da Informação. Ignorar orçamento é o erro mais comum de quem vem da área técnica.

Tem curso de formação eliminatório?

Tem. Após as provas e a avaliação de títulos, os aprovados passam por curso de formação na ENAP, em Brasília, de caráter eliminatório e classificatório, com auxílio financeiro. A nomeação só ocorre para quem é aprovado nessa etapa.

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