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Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão de Contratos de TI), Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO)

O edital de Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão de Contratos de TI) do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 8 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 20 mil (Analista de Planejamento e Orçamento (APO))Base: Ministério do Planejamento e Orçamento (carreira de Planejamento e Orçamento), referência 2026. Confira o edital vigente.

O cargo onde planejamento e orçamento público encontram a contratação de tecnologia: poucas vagas, salário alto e uma prova que cobra Lei 14.133, INs da SGD e jurisprudência do TCU na mesma página.

Matérias
8
Banca
CESPE/CEBRASPE
Banca
Cebraspe (certo/errado)
Lotação e nível
Brasília/DF, superior
Remuneração
Acima de R$20 mil
Não é prova de TI pura: é orçamento mais contratação de TIC

A especialidade Gestão de Contratos de TI engana quem chega achando que vai cair rede, algoritmo e programação pesada. O peso real está em dois mundos que você precisa dominar ao mesmo tempo: Planejamento e Orçamento Público (PPA, LDO, LOA, ciclo da despesa, LRF, SIOP) e Contratações de TIC sob a Lei 14.133 com toda a régua normativa da Secretaria de Governo Digital. O bloco de tecnologia é de fundamentos (ITIL v4, EGD, SISP, DevOps, noções de IA), não de engenharia. Quem vem só da área de TI subestima o orçamento público; quem vem da área fiscal subestima as Instruções Normativas de contratação. O candidato que passa estuda os dois com o mesmo cuidado.

O que voce faz no dia a dia

O Analista de Planejamento e Orçamento (APO) é carreira federal ligada ao núcleo de planejamento e orçamento da União. Na especialidade Gestão de Contratos de TI, o trabalho gira em torno de transformar necessidade de tecnologia em contratação correta e bem fiscalizada, dentro das regras de gasto público. Na prática isso costuma envolver:

  • Apoiar e revisar o ciclo de contratação de soluções de TIC: Estudo Técnico Preliminar (ETP), Termo de Referência, pesquisa de preços e definição do critério de julgamento.
  • Acompanhar a gestão e a fiscalização de contratos de TI já assinados, com olho em entregas, medição e recomendações dos órgãos de controle.
  • Conectar a contratação ao Plano de Contratações Anual e ao orçamento disponível, evitando despesa sem cobertura.
  • Trabalhar com as normas da Secretaria de Governo Digital e com a jurisprudência do TCU sobre contratações de tecnologia.

A lotação é em Brasília/DF, dentro do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) e dos órgãos do sistema federal de planejamento e orçamento.

Banca e perfil da prova

A banca do certame mais recente foi a Cebraspe, e isso define o jeito de estudar. A prova objetiva é no formato de itens para julgar como certo ou errado, com a regra que assusta todo mundo: item errado anula um item certo. Consequências diretas para a sua preparação:

  • Chute desinformado é prejuízo, não loteria. Você precisa de domínio de letra de lei e de detalhe de Instrução Normativa, não de "achismo".
  • A Cebraspe adora a literalidade e a pegadinha de exceção (prazo, hipótese de dispensa, competência). Decorar o conceito geral não basta.
  • Treinar muitos itens da própria banca vale mais do que ler resumo. O padrão de armadilha se repete.

O perfil é de prova difícil e disputada: poucas vagas para a especialidade, salário alto e diploma de nível superior em qualquer área como requisito, o que amplia a concorrência.

Materias de maior peso e prioridade

Os conhecimentos específicos da especialidade se dividem em três grandes blocos. Priorize nesta ordem de impacto:

  • Planejamento e Orçamento Público: PPA, LDO e LOA, classificações orçamentárias, estágios da receita e da despesa (empenho, liquidação, pagamento), restos a pagar, créditos adicionais, Lei 4.320/1964, LRF (LC 101/2000), regra de ouro e o Regime Fiscal Sustentável (LC 200/2023), além do SIOP. É a maior fatia e a base da carreira.
  • Contratações de TI: Lei 14.133/2021 (princípios, fase preparatória, contratação direta, alteração e extinção de contratos), Decreto 7.174/2010, pregão eletrônico (Decreto 10.024/2019), Plano de Contratações Anual (Decreto 10.947/2022) e o pacote de Instruções Normativas da SGD e da SEGES sobre ETP, Termo de Referência e pesquisa de preços.
  • Fundamentos de Gestão de TI: ITIL v4, Estratégia de Governo Digital (EGD), SISP (Decreto 7.579/2011), DevOps, noções de segurança da informação e fundamentos de Inteligência Artificial. É bloco de conceitos, não de programação.

Detalhes que separam aprovado de reprovado

Na parte de contratação de TIC, a banca cobra norma específica e atual, então não dá para estudar "licitação em geral" e achar que cobriu. Pontos de alta densidade de questão:

  • O processo de contratação de soluções de TIC da IN SGD/ME nº 94/2022 e os procedimentos da IN SGD/MGI nº 6/2023.
  • Contratações por UST (unidade de serviço técnico) ou unidades similares: riscos, mitigação e a jurisprudência do TCU (Acórdão 2.037/2019 e Acórdão 1.508/2020, ambos do Plenário).
  • Os modelos de contratação por portarias da SGD/MGI: software e nuvem, estações de trabalho, operação de infraestrutura, desenvolvimento de software e outsourcing de impressão.
  • Critérios de julgamento (melhor técnica, técnica e preço, maior retorno econômico, menor preço) com a IN correspondente de cada um.

Esse nível de especificidade normativa é o que costuma decidir a vaga, porque é onde a maioria estuda raso.

Etapas e como funciona a seleção

A seleção é organizada em duas grandes etapas, sem TAF, sem teste físico e sem investigação social. O caminho típico:

  • Prova objetiva de conhecimentos básicos (P1) e prova objetiva de conhecimentos específicos (P2), ambas eliminatórias e classificatórias, com nota mínima em cada uma.
  • Provas discursivas: uma exige parecer e questão sobre planejamento e orçamento; a outra exige dissertação (até 60 linhas, peso maior) e questão (até 30 linhas) sobre o conteúdo específico. Texto fora do padrão culto e fuga ao tema derrubam a nota.
  • Avaliação de títulos, de caráter apenas classificatório.
  • Curso de formação na segunda etapa, de responsabilidade do MPO, com caráter eliminatório e classificatório. Reprovar no curso elimina o candidato mesmo após passar nas provas.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Direito Constitucional45.442
4Direito Administrativo65.476
5Administração Pública7.482
6Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
7Tecnologia da Informação633
8Governanca / Gestao de TI5.629

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão de Contratos de TI)?

A partir de ~R$ 20 mil, Analista de Planejamento e Orçamento (APO). Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) para Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão de Contratos de TI)?

Pelo edital, o cargo de Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão de Contratos de TI) cobra 8 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Tecnologia da Informação, Governanca / Gestao de TI.

Qual a banca do concurso Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO)?

A banca do cargo de Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão de Contratos de TI) é a CESPE/CEBRASPE.

Por onde começar a estudar para Analista de Planejamento e Orçamento (Gestão de Contratos de TI)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em TI para concorrer a essa especialidade?

Não. O requisito é diploma de nível superior em qualquer área reconhecida pelo MEC. A especialidade Gestão de Contratos de TI cobra fundamentos de tecnologia, não engenharia ou programação, então o peso maior está em orçamento público e em contratações de TIC sob a Lei 14.133. Quem vem de áreas como administração, direito, economia ou contabilidade compete em pé de igualdade, desde que domine o bloco de fundamentos de TI.

A prova é mais de tecnologia ou de orçamento?

De orçamento e contratação, com tecnologia em nível de fundamentos. O conteúdo específico junta Planejamento e Orçamento Público (a maior fatia), Contratações de TIC pela Lei 14.133 e pelas Instruções Normativas da SGD, e um bloco conceitual de gestão de TI (ITIL v4, EGD, SISP, IA, DevOps). Subestimar o orçamento público é o erro mais comum de quem chega da área de TI.

Tem teste físico ou investigação social?

Não. A seleção é composta por provas objetivas (básicos e específicos), provas discursivas, avaliação de títulos e curso de formação eliminatório e classificatório. Não há TAF, teste de aptidão física nem investigação social. A atenção, portanto, fica toda na prova escrita e no desempenho no curso de formação.

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