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Analista Legislativo (Analista de Sistemas), Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO)

O edital de Analista Legislativo (Analista de Sistemas) do Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO) (banca FGV) cobra 8 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Varia por estado: de ~R$ 6 mil (Técnico) a mais de R$ 20 mil (Consultor) (carreiras legislativas estaduais; o valor muda por estado e por cargo, confira o edital)Base: Editais e portais das Assembleias Legislativas estaduais, referência 2026. Confira o edital vigente.

Cargo de TI na Assembleia de Goiás, banca FGV e prova que cobra código de verdade: Java, Python, SOLID e desenvolvimento seguro.

Matérias
8
Banca
FGV
Banca
FGV
Nível
Superior em TI
Específicas
38 de 70 questões
As específicas decidem tudo

Das 70 questões objetivas, 38 são conhecimentos específicos de Analista de Sistemas, mais 12 entre Constitucional e Administrativo. Os conhecimentos básicos (Português, RLM, realidade e legislação de Goiás) somam só 20. Some a isso a discursiva, que são duas questões de conteúdo específico de até 30 linhas cada. Tradução: quem domina engenharia de software, orientação a objetos, Java e Python larga na frente. Tratar TI como detalhe é o erro clássico nesse cargo.

O que você faz no dia a dia

A vaga existe dentro da transformação digital dos serviços legislativos da ALEGO, então o foco é construir e manter sistemas, não só dar suporte. Na prática você atua em:

  • Análise e projeto de sistemas: levantar requisitos com as áreas, modelar e especificar soluções legislativas.
  • Desenvolvimento e evolução de aplicações, com forte peso em orientação a objetos.
  • Qualidade e segurança: testes, métricas e desenvolvimento seguro do que vai pro ar.
  • Trabalho em time ágil (Scrum, Kanban), integrando com infra, dados e desenvolvimento.

A banca e o perfil da prova

A FGV organiza o certame, e isso muda a forma de estudar. A prova objetiva tem 70 questões, valendo 50 pontos, eliminatória e classificatória. A FGV é conhecida por enunciados longos, pegadinhas em detalhe de norma e itens que cobram aplicação, não decoreba. Em TI, espere questões que descrevem um cenário e pedem o princípio, padrão ou comando correto. Treine resolvendo questões da própria FGV para se acostumar com o estilo.

Matérias de maior peso e prioridade

A distribuição deixa a estratégia óbvia: o jogo se decide nas específicas (38 questões) somadas a Constitucional e Administrativo (6 cada).

  • Prioridade máxima: engenharia de software, ciclo de vida, análise e projeto OO, design patterns, SOLID, GRASP, RUP, UML 2.5 e DDD.
  • Linguagens: Java e Python aparecem nominalmente no edital, então é código de verdade, não teoria.
  • Alto retorno: engenharia de requisitos, métodos ágeis (Scrum, Kanban), testes de software e qualidade (CMMI-DEV v3.0, MPS-SW 2024).
  • Segurança aplicada: criptografia, assinatura e certificado digital, desenvolvimento seguro com OWASP.
  • Direito Constitucional e Administrativo: 12 questões somadas, peso alto demais para deixar pro fim.

Nível, remuneração e etapas

É cargo de nível superior em Tecnologia da Informação, e a remuneração inicial está na faixa dos dez mil reais, com adicionais por titulação (pós, mestrado e doutorado elevam o vencimento). As etapas:

  • Prova objetiva (fevereiro de 2026): eliminatória e classificatória.
  • Prova discursiva: duas questões de conteúdo específico, até 30 linhas cada, valendo 10 pontos por questão.
  • Prova de títulos: apenas classificatória.

Não há TAF, prova oral, curso de formação nem investigação social para este cargo de analista, o funil é cognitivo: objetiva, discursiva e títulos.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Direito Constitucional45.442
5Direito Administrativo65.476
6Tecnologia da Informação633
7Engenharia de Software12.619
8Banco de Dados11.186

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Legislativo (Analista de Sistemas)?

Varia por estado: de ~R$ 6 mil (Técnico) a mais de R$ 20 mil (Consultor), carreiras legislativas estaduais; o valor muda por estado e por cargo, confira o edital. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO) para Analista Legislativo (Analista de Sistemas)?

Pelo edital, o cargo de Analista Legislativo (Analista de Sistemas) cobra 8 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Tecnologia da Informação, Engenharia de Software, Banco de Dados.

Qual a banca do concurso Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO)?

A banca do cargo de Analista Legislativo (Analista de Sistemas) é a FGV.

Por onde começar a estudar para Analista Legislativo (Analista de Sistemas)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual banca organiza o concurso e como isso afeta o estudo?

A FGV. O estilo dela é de enunciados longos e foco em aplicação e detalhe, então vale resolver muitas questões da própria banca, inclusive de outros certames de TI, para se acostumar com a forma de cobrar.

O que cai de conhecimentos específicos para Analista de Sistemas?

Engenharia de software, ciclo de vida, análise e projeto orientado a objetos, design patterns, SOLID, GRASP, RUP, UML 2.5, DDD e arquitetura hexagonal, além de Java, Python, métricas e qualidade (CMMI-DEV v3.0, MPS-SW 2024), engenharia de requisitos, métodos ágeis, testes, criptografia, assinatura e certificado digital e desenvolvimento seguro com OWASP.

Tem prova discursiva e curso de formação?

Há prova discursiva: duas questões de conteúdo específico de até 30 linhas cada, valendo 10 pontos por questão. Há ainda prova de títulos, apenas classificatória. Não há curso de formação, TAF nem investigação social para o cargo de analista.

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