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Analista Legislativo (Analista de Infraestrutura), Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO)

O edital de Analista Legislativo (Analista de Infraestrutura) do Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO) (banca FGV) cobra 8 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Varia por estado: de ~R$ 6 mil (Técnico) a mais de R$ 20 mil (Consultor) (carreiras legislativas estaduais; o valor muda por estado e por cargo, confira o edital)Base: Editais e portais das Assembleias Legislativas estaduais, referência 2026. Confira o edital vigente.

Vaga de TI no Legislativo goiano: prova FGV pesada em infraestrutura, com discursiva e teto salarial que passa dos cinco dígitos.

Matérias
8
Banca
FGV
Banca
FGV
Formação exigida
Superior em TI
Prova
70 questões + discursiva
É um cargo de TI disfarçado de Analista Legislativo

Apesar do nome genérico, o Analista de Infraestrutura da ALEGO exige diploma de nível superior na área de Tecnologia da Informação e cobra 42 questões de conhecimentos específicos de TI: redes, segurança da informação, banco de dados, computação em nuvem, virtualização e governança. Quem vem de carreira jurídica generalista vai sofrer aqui; quem é da área de TI sai na frente. O foco do seu estudo precisa ser técnico, não jurídico.

O que você faz no dia a dia

O Analista de Infraestrutura mantém de pé toda a espinha dorsal de TI da Assembleia: servidores, redes, data center, segurança e disponibilidade dos sistemas que o Legislativo usa para tramitar projetos, votar e atender o cidadão. Na prática, o trabalho gira em torno de:

  • Administrar servidores, redes e ambientes de virtualização e nuvem.
  • Garantir segurança da informação, backup, continuidade e resposta a incidentes.
  • Sustentar bancos de dados e a infraestrutura por trás dos sistemas legislativos.
  • Aplicar boas práticas de governança de TI (COBIT) e monitorar desempenho.

A banca e o perfil da prova

A FGV é a banca, e isso define como você precisa estudar. A FGV cobra TI com profundidade técnica e enunciados longos, que descrevem cenários reais e exigem que você escolha a solução correta, não só decore conceito. A prova objetiva tem 70 questões, e a maior parte (42) é de conhecimentos específicos de TI. Some a isso uma prova discursiva com 2 questões de conteúdo técnico, de até 30 linhas cada, valendo 10 pontos cada. A dificuldade é alta justamente porque concentra peso em específicas e ainda exige que você escreva como técnico.

Matérias de maior peso e prioridade

O jogo se decide nos conhecimentos específicos. Priorize, nesta ordem prática:

  • Segurança da informação, incluindo infraestrutura de chaves públicas (PKI) e certificação digital.
  • Banco de dados e SQL, com modelagem dimensional, ETL e OLAP.
  • Computação em nuvem (modelos de serviço e implantação) e virtualização.
  • Governança de TI com COBIT.

Conhecimentos gerais existem, mas pesam menos: Língua Portuguesa (14 questões), Raciocínio Lógico (6), mais blocos sobre realidade de Goiás e legislação estadual (4 cada). Não ignore, mas não invista neles o tempo que pertence à TI.

Nível, remuneração e jornada

É cargo de nível superior, com exigência de diploma na área de Tecnologia da Informação. A remuneração é uma das mais atrativas para TI no setor público estadual: a faixa inicial do Analista Legislativo chega à casa dos dez mil reais, e há adicionais por titulação (pós-graduação, mestrado e doutorado elevam o vencimento em percentuais escalonados). A jornada é de 6 horas diárias, o que dá folga para conciliar estudos de atualização e até pós-graduação enquanto trabalha.

As etapas do concurso

O certame é mais enxuto que o de carreiras policiais ou de magistratura, mas não é trivial:

  • Prova objetiva com as 70 questões, eliminatória e classificatória.
  • Prova discursiva com 2 questões técnicas de até 30 linhas, normalmente exigindo aproveitamento mínimo (em torno de 50%) para não ser eliminado.
  • Não há TAF, prova oral, curso de formação obrigatório nem investigação social previstos para este cargo, diferente do que ocorre na carreira de Policial Legislativo do mesmo concurso.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Direito Constitucional45.442
5Direito Administrativo65.476
6Infraestrutura de TI / Redes16.129
7Segurança da Informação8.552
8Governanca / Gestao de TI5.629

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Legislativo (Analista de Infraestrutura)?

Varia por estado: de ~R$ 6 mil (Técnico) a mais de R$ 20 mil (Consultor), carreiras legislativas estaduais; o valor muda por estado e por cargo, confira o edital. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO) para Analista Legislativo (Analista de Infraestrutura)?

Pelo edital, o cargo de Analista Legislativo (Analista de Infraestrutura) cobra 8 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Infraestrutura de TI / Redes, Segurança da Informação, Governanca / Gestao de TI.

Qual a banca do concurso Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO)?

A banca do cargo de Analista Legislativo (Analista de Infraestrutura) é a FGV.

Por onde começar a estudar para Analista Legislativo (Analista de Infraestrutura)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em TI para concorrer a esse cargo?

Sim. O Analista de Infraestrutura exige diploma de nível superior na área de Tecnologia da Informação. O nome 'Analista Legislativo' é genérico, mas a categoria é técnica e o conteúdo cobrado é todo de TI.

Qual banca organiza e como é a prova?

A banca é a FGV. São 70 questões objetivas (42 delas de conhecimentos específicos de TI) mais uma prova discursiva com 2 questões técnicas de até 30 linhas cada. A FGV cobra TI com enunciados em cenário, exigindo aplicação, não só memorização.

Quais temas de TI têm mais peso?

Segurança da informação (com PKI e certificação digital), banco de dados e SQL (incluindo ETL, OLAP e modelagem dimensional), computação em nuvem, virtualização e governança com COBIT. É aí que estão as 42 questões específicas que decidem a aprovação.

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