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Museologia · CONSULPLAN · 2023

Questão comentada de Museologia

A ficha de catalogação corresponde à descrição das informações dos objetos museológicos. Segundo Botallo (2010, p. 63), a ficha “não é um documento, mas uma ferramenta de trabalho que reúne uma série de informações que, de outra forma, estariam dispersas”. A estrutura de uma ficha de catalogação contém uma estrutura. De acordo com a identificação e as características de um objeto, relacione adequadamente as colunas a seguir. 1. Número de tombo. 2. Localização na instituição. 3. Dimensão. 4. Tipo de aquisição. ( ) Trata-se da medição do objeto em largura, comprimento, altura, peso e diâmetro. ( ) É o registro que identifica o objeto como patrimônio do museu por meio de uma numeração corrida. ( ) Doação, legado, compra, coleta, permuta, empréstimo, depósito, transferência. ( ) Trata-se do local onde está o objeto, o que facilita a sua recuperação física. A sequência está correta em

Gabarito: D

Na documentação museológica, a ficha de catalogação funciona como uma ferramenta de organização das informações do objeto. Ela ajuda a reunir dados que, sem isso, ficariam espalhados entre setores, cadernos, etiquetas e a memória de quem trabalhou no acervo. É a famosa função prática da museologia: registrar bem para não depender de sorte depois. Nesta questão, cada definição aponta para um campo específico da ficha. "Número de tombo" é a numeração corrida que identifica o bem como patrimônio do museu. "Localização na instituição" indica onde o objeto está guardado ou exposto, facilitando sua recuperação física. "Dimensão" corresponde às medidas do objeto, como largura, comprimento, altura, peso e diâmetro. "Tipo de aquisição" reúne formas de entrada no acervo, como doação, compra, permuta, empréstimo e depósito. A sequência correta é 3, 1, 4, 2. Primeiro vem a dimensão, porque a descrição fala das medidas; depois o número de tombo, por ser a identificação patrimonial; em seguida o tipo de aquisição, porque a lista apresentada corresponde exatamente às formas de entrada; e por fim a localização, que trata do local físico do objeto. Em termos práticos, a banca quer que você saiba ligar a definição ao campo certo sem confundir identificação, proveniência e guarda. Em documentação museológica, esses detalhes parecem parecidos, mas cada um cumpre uma função diferente na vida real do acervo.

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