A troca de óleo do motor é um fator fundamental para sua conservação e evita que o motor apresente problemas sérios resultando em sua retífica prematura. Desse modo, o motorista deve estar atento quanto às condições em que o óleo se encontra, além do tipo adequado. Dentre os tipos de óleo existentes, os fabricantes de motores recomendam, atualmente:
- A)Mineral e vegetal.
Errada, porque óleo vegetal não é o tipo recomendado pelos fabricantes de motores automotivos.
- B)Sintético e vegetal.
Errada, porque o óleo vegetal não integra a recomendação usual para motores modernos.
- C)Mineral e sintético.
Certa, pois os fabricantes recomendam atualmente óleo mineral e sintético.
- D)Mineral, sintético e vegetal.
Errada, porque inclui óleo vegetal, que não é o tipo recomendado para motores automotivos.
Gabarito: C
A troca de óleo é uma daquelas manutenções simples que salvam o motor de uma dor de cabeça cara. O óleo lubrifica, reduz atrito, ajuda no resfriamento e ainda leva impurezas embora. Quando ele perde as propriedades, o motor começa a trabalhar “no sufoco” e o desgaste aumenta rapidinho. Hoje, os fabricantes de motores recomendam, principalmente, dois tipos de óleo: o mineral e o sintético. O mineral vem do refino do petróleo, com composição mais simples, enquanto o sintético é produzido com formulação mais controlada, oferecendo melhor desempenho em várias condições de uso. Por isso, esses são os tipos que fazem parte da realidade atual dos motores. A alternativa C está correta porque reúne exatamente os dois tipos recomendados pelos fabricantes. Já o óleo vegetal não é o padrão indicado para motores automotivos modernos, então ele aparece nas alternativas apenas para confundir quem associa “óleo” a qualquer substância oleosa. Em prova, pense assim: para motor de carro, o que interessa é a classificação usada na mecânica automotiva contemporânea, não qualquer óleo genérico. A ideia central é manutenção correta e proteção do motor, evitando retífica prematura.