No alinhamento das rodas dos automóveis, o ângulo formado pela inclinação longitudinal do pino mestre ou da linha imaginária que passa pelos pivôs em relação a um plano vertical é chamado de:
- A)Platô.
Errada, porque platô não é o nome de um ângulo de alinhamento das rodas.
- B)Cremalheira.
Errada, porque cremalheira é uma peça ou sistema de direção, não esse ângulo.
- C)Cáster.
Certa, porque cáster é a inclinação longitudinal do pino mestre ou da linha dos pivôs em relação ao plano vertical.
- D)Secção.
Errada, porque secção não corresponde a nenhuma medida de alinhamento descrita no enunciado.
Gabarito: C
No alinhamento da direção, cada ângulo tem um nome bem específico, e a banca adora trocar um pelo outro para ver se você está atento. Quando a questão fala da inclinação longitudinal do pino mestre, ou da linha imaginária que passa pelos pivôs, em relação a um plano vertical, ela está descrevendo o cáster. Esse é o ângulo ligado à estabilidade direcional do veículo: em termos simples, ele ajuda o carro a “voltar” para a trajetória correta depois de uma curva. Pense assim: se o pino mestre estiver mais inclinado para trás, isso influencia o comportamento da direção e a tendência de autoalinhamento das rodas. Por isso, no alinhamento, o cáster é um dos ajustes clássicos ao lado de cambagem e convergência/divergência. Não tem mistério: a descrição do enunciado bate exatamente com a definição técnica de cáster. As outras alternativas não têm relação com esse conceito. Platô, cremalheira e secção são termos que podem aparecer em outros contextos mecânicos, mas não nomeiam esse ângulo do alinhamento. Então, o gabarito C está correto porque identifica o ângulo longitudinal do eixo de direção em relação ao plano vertical, isto é, o cáster. Em provas, vale decorar a ideia central: cambagem é inclinação lateral, cáster é inclinação longitudinal e convergência/divergência tratam do direcionamento das rodas. Essa tríade resolve boa parte das questões de alinhamento sem sofrimento.