Para prover qualidade e segurança em sistemas de imagens por ressonância magnética nuclear, o local em que o equipamento é instalado é dividido por zonas. A zona onde é realizada a anamnese, esclarecimentos e preparo do paciente é a zona
- A)I.
Errada, porque a zona I é a área de livre acesso, sem a etapa de anamnese e preparo.
- B)II.
Certa, porque a zona II é justamente a área de triagem, esclarecimentos, checagem de riscos e preparo inicial do paciente.
- C)III.
Errada, porque a zona III já é uma área de acesso controlado, mais restrita do que a etapa de anamnese.
- D)IV.
Errada, porque a zona IV corresponde à sala do imã, onde fica o equipamento de ressonância magnética.
- E)V.
Errada, porque a zona V não é a classificação usual da divisão em zonas da ressonância magnética.
Gabarito: B
Em ressonância magnética, a segurança começa antes de o paciente entrar no aparelho. Por isso, o ambiente costuma ser organizado em zonas, justamente para controlar o fluxo e reduzir o risco de acidente com objetos ferromagnéticos e com pessoas não preparadas para o exame. A zona I é a área livre, de acesso geral. A zona II já é a etapa de entrada assistida, onde ocorre a anamnese, os esclarecimentos, a conferência de implantes, metais e contraindicações, além do preparo inicial do paciente. É como o “filtro” antes de avançar para áreas mais restritas. Depois vem a zona III, que tem acesso bem controlado e separa o público da área de risco maior. A zona IV é a sala do imã, onde fica o equipamento de RM propriamente dito. Quanto mais perto do imã, maior a vigilância e a restrição de acesso. Por isso, o gabarito é a letra B: a zona onde se realiza a anamnese, os esclarecimentos e o preparo do paciente é a zona II. Em provas, a FGV costuma cobrar essa lógica de progressão das zonas com foco em segurança do paciente e do ambiente.