Dois furos em um anteparo distantes entre si 0,060 mm representa uma fonte de dupla fenda. Um outro anteparo sem furos está a 2,0 m de distância dessa fonte. Calcule o comprimento de onda da luz sabendo que a quarta franja brilhante está a 3,2 cm da linha central.
- A)960nm
Errada: 960 nm aparece se você erra a ordem da franja ou faz alguma conversão de unidade incorreta.
- B)480 nm
Errada: 480 nm não bate com a substituição correta na fórmula de interferência de dupla fenda.
- C)1920 nm
Errada: 1920 nm é maior do que o valor obtido quando você aplica corretamente y = mbbL/d.
- D)240 nm
Certa: aplicando bb = y d / (mL) com os dados em metros, você obtém 2,4 x 10^-7 m, isto é, 240 nm.
- E)96 nm
Errada: 96 nm só surgiria com combinação equivocada de dados ou erro de conversão/ordem da franja.
Gabarito: D
Essa questão é de interferência em dupla fenda, aquele clássico em que a luz parece “organizar filas” na tela. A posição das franjas brilhantes segue a relação y = mbbL/d, em que m é a ordem da franja, bb é o comprimento de onda, L é a distância até a tela e d é a separação entre as fendas. Aqui, a quarta franja brilhante tem m = 4, está a 3,2 cm da linha central, a tela fica a 2,0 m e a distância entre os furos é 0,060 mm. Convertendo tudo para o SI: y = 0,032 m e d = 6,0 x 10^-5 m. Isolando bb, fica bb = y d / (mL). Substituindo: bb = (0,032 x 6,0 x 10^-5) / (4 x 2,0) = 2,4 x 10^-7 m. Isso dá 240 nm, que corresponde à alternativa D. Em Óptica Geométrica e ondulatória, a banca costuma cobrar justamente essa leitura direta da fórmula com atenção às unidades, porque o erro mais comum é esquecer de converter mm e cm para metro antes de calcular.