Na rotina laboratorial, para que é utilizada a reação de Benedict?
- A)Análise da presença de proteína no sangue.
Errada, porque a reação de Benedict não é usada para pesquisa de proteínas no sangue.
- B)Análise qualitativa da glicose no sangue.
Certa, porque a reação de Benedict é um teste clássico para identificar glicose, um açúcar redutor.
- C)Investigação de corpos cetônicos no sangue.
Errada, porque corpos cetônicos são investigados por outros testes, não pela reação de Benedict.
- D)Avaliação do Potássio sérico.
Errada, pois potássio sérico é dosado por métodos específicos de eletrodo ou química clínica, não por Benedict.
- E)Avaliação da Amilase salivar.
Errada, já que amilase salivar é avaliada por testes enzimáticos, e não por essa reação bioquímica.
Gabarito: B
A reação de Benedict é um teste clássico usado para identificar açúcares redutores, especialmente a glicose, em uma amostra. Na prática antiga e em aulas de bioquímica, ela aparece muito ligada à investigação de carboidratos redutores, mudando de cor quando há açúcar capaz de reduzir o reagente. É uma reação simples, mas muito cobrada em prova porque mistura bioquímica com rotina laboratorial. O ponto principal é este: a glicose é um açúcar redutor, então reage com o reagente de Benedict. Por isso, entre as alternativas, a ideia de "análise qualitativa da glicose no sangue" é a que melhor descreve o uso da reação. Ela não serve para medir proteína, eletrólitos, enzimas ou corpos cetônicos. Vale lembrar que, na rotina atual, a dosagem de glicose no sangue costuma ser feita por métodos enzimáticos mais específicos, como glicose oxidase ou hexoquinase. Ainda assim, em questões de prova, o Benedict costuma aparecer como o teste clássico para detectar glicose ou outros açúcares redutores. Então, se a banca fala em Benedict, pense logo em carboidrato redutor. Se ela tentar te distrair com proteína, potássio, cetonas ou enzimas, é armadilha para ver se você reconhece o reagente certo.