O administrador que atua como supervisor, focado em tarefas e tomando decisões de curto prazo, atua no nível
- A)estratégico.
Errada, porque o nível estratégico trata de decisões amplas e de longo prazo, não da supervisão direta de tarefas.
- B)institucional.
Errada, pois o nível institucional é o topo da organização e envolve definição de objetivos globais, não rotina operacional.
- C)tácito.
Errada, porque 'tácito' não é um nível administrativo da abordagem neoclássica.
- D)departamental.
Errada, já que o nível departamental se relaciona à coordenação de áreas ou departamentos, mas não descreve o papel típico de supervisor focado em tarefas imediatas.
- E)operacional.
Certa, porque o supervisor atua no nível operacional, lidando com tarefas, execução e decisões de curto prazo.
Gabarito: E
Na abordagem neoclássica, a administração é organizada em níveis, e cada nível pede um tipo de atuação diferente. O ponto aqui é perceber a função do administrador: quanto mais perto da base da organização, mais ele lida com a rotina, com a execução imediata e com problemas do dia a dia. É o famoso “apagar incêndio”, mas com método. O supervisor está justamente nessa faixa mais próxima da operação. Ele acompanha tarefas, orienta a equipe, cobra prazos, ajusta detalhes e toma decisões rápidas, de curto prazo. Por isso, ele atua no nível operacional, que é o nível ligado à execução das atividades e ao controle direto do trabalho. Já os níveis estratégico e institucional ficam no topo da organização, ligados a decisões amplas, de longo prazo e ao rumo geral da empresa. Não combinam com um supervisor focado na rotina. A ideia é simples: quanto mais alto o nível, mais visão global; quanto mais baixo, mais foco na operação. Então, o gabarito é a letra E. Em prova de concurso, essa questão costuma cobrar a correspondência clássica da teoria neoclássica entre níveis administrativos e tipo de decisão, que é muito associada à doutrina de Chiavenato e autores clássicos da Administração.