Segundo a Teoria de Liderança desenvolvida por Fiedler, conhecida como Teoria do Recurso Cognitivo, existe o entendimento de que
- A)em situações com tarefas muito complexas, o líder mais inteligente tem o melhor desempenho.
Certa: em tarefas complexas, a capacidade intelectual do líder tende a contribuir mais para o desempenho.
- B)em situações de estresse alto, o líder mais jovem tem mais sucesso.
Errada: a teoria não relaciona sucesso à idade do líder em situações de estresse.
- C)em situações de grande responsabilidade, o líder mais carismático se destaca.
Errada: carisma não é o ponto central da Teoria do Recurso Cognitivo de Fiedler.
- D)em situações rotineiras, o líder liberal deve ser o escolhido.
Errada: a teoria não diz que, em tarefas rotineiras, o líder liberal deve ser escolhido.
- E)em situações em que a racionalidade prevalece, o líder mais sociável sobressai.
Errada: sociabilidade não é o critério destacado pela teoria para o melhor desempenho do líder.
Gabarito: A
A Teoria do Recurso Cognitivo, associada a Fiedler, tenta responder a uma pergunta bem prática: o que pesa mais na liderança, inteligência ou experiência? A ideia central é que os recursos cognitivos do líder, como capacidade intelectual, ajudam mais quando a situação exige análise, solução de problemas e tomada de decisão menos automática. Em tarefas complexas, o raciocínio do líder faz diferença de verdade, porque não basta repetir o que sempre funcionou. Quando a situação fica muito simples ou muito estressante, esse brilho mental pode perder força. Em momentos de pressão alta, a ansiedade atrapalha o uso da inteligência de forma eficiente, e o líder tende a depender mais de hábitos, treinamento e experiência do que de pura capacidade analítica. Ou seja: o contexto manda bastante no resultado. Por isso, o gabarito é a letra A. Em tarefas muito complexas, o líder mais inteligente tende a apresentar o melhor desempenho, porque consegue organizar melhor as informações, antecipar problemas e escolher caminhos mais adequados. A lógica da teoria é justamente essa: os recursos cognitivos ajudam mais quando a tarefa pede mais cabeça do que piloto automático. Em resumo, a banca quer que você lembre que liderança não é fórmula mágica universal. O desempenho do líder depende da situação, e a inteligência aparece com mais força quando o desafio é complexo e exige pensamento estratégico.