Na concepção de gestão de processos, o número de alunos/as formados/as em uma universidade é um indicador de
- A)qualidade.
Errada, porque qualidade mede o padrão ou a excelência do resultado, e não a quantidade de alunos formados.
- B)estratégia.
Errada, porque estratégia se refere ao direcionamento e às escolhas organizacionais, não a um indicador operacional do processo.
- C)efetividade.
Errada, porque efetividade avalia o alcance de impactos e resultados finais na realidade, e não o volume de formados.
- D)capacidade.
Certa, porque número de alunos formados indica a capacidade do processo de gerar saída em determinado período.
- E)produtividade
Errada, porque produtividade relaciona saída com recursos utilizados, e a questão destaca apenas o volume de formados.
Gabarito: D
Na gestão de processos, você sempre olha para o desempenho do fluxo de trabalho e pergunta: o processo entrega o quê, em que quantidade e com que resultado? Quando o foco está no volume produzido ou entregue, a ideia central é capacidade. Em outras palavras, capacidade mede quanto um processo consegue gerar em determinado período, como número de atendimentos, peças ou, aqui, alunos formados. Pense numa universidade como uma grande “linha de produção” de conhecimento, mas sem a parte chata da fábrica: o processo educacional transforma ingressantes em formados. Se a pergunta quer saber o número de alunos/as formados/as, ela está medindo a capacidade de gerar esse resultado dentro do processo. Por isso, o gabarito é a letra D. Esse indicador não fala de qualidade, porque não está avaliando se a formação foi boa ou ruim; não trata de estratégia, porque não se refere ao planejamento macro da instituição; e também não aponta efetividade, que costuma relacionar resultados alcançados com impactos mais amplos na realidade. Em linguagem de concursos, capacidade é a medida da produção potencial ou efetiva do processo em certo intervalo. Então, se a questão cita quantidade de formados, a banca quer que você pense em volume entregue pelo processo, e não em julgamento qualitativo ou em impacto social mais amplo.