Para a tomada de decisão, os gestores comumente lidam com decisões programadas e não programadas. É característica típica de decisões não programadas trabalhar com
- A)dados repetitivos e adequados.
Errada, porque dados repetitivos e adequados são típicos de decisões programadas, não das não programadas.
- B)dados únicos.
Certa, porque decisões não programadas lidam com situações singulares, usando dados únicos e específicos do caso.
- C)condições estatísticas.
Errada, pois condições estatísticas combinam mais com análise padronizada e repetitiva, típica de decisões programadas.
- D)certeza.
Errada, porque decisão não programada normalmente ocorre justamente na ausência de certeza total.
- E)previsibilidade.
Errada, já que previsibilidade é característica de decisões programadas, não das não programadas.
Gabarito: B
Na administração, decisões programadas são aquelas rotineiras, repetitivas e que já seguem regras, procedimentos ou padrões. É o tipo de decisão que quase anda no piloto automático, porque o problema já é conhecido e a resposta também costuma ser. Já as decisões não programadas aparecem em situações novas, pouco estruturadas ou mais complexas, exigindo análise mais cuidadosa do gestor. Por isso, quando a banca fala em decisão não programada, ela está pensando em algo com menor previsibilidade e menos repetição. Não dá para resolver esse tipo de situação com base em fórmula pronta, porque o contexto muda bastante e a informação disponível costuma ser incompleta ou diferente do habitual. O gabarito é a letra B, porque decisões não programadas trabalham com dados únicos, isto é, informações específicas daquela situação, sem repetição padronizada como nas decisões programadas. Em vez de lidar com rotina, o gestor enfrenta um caso singular, que pede julgamento, criatividade e análise contextual. Em resumo: se a decisão é repetitiva, tende a ser programada; se é nova e excepcional, tende a ser não programada. Essa é a lógica clássica da doutrina administrativa sobre o tema, muito cobrada em prova.