Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações), Senado Federal (Senado)
O edital de Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações) do Senado Federal (Senado) (banca FGV) cobra 8 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Remuneração inicial: A partir de ~R$ 25,9 mil (chega a ~R$ 29,3 mil no topo da carreira)Base: Estrutura remuneratória do Senado Federal (portal oficial), referência 2026. Confira o edital vigente.
A engenharia que mantém o Senado no ar: rádio, TV, redes e radiofrequência num dos cargos de nível superior mais bem pagos do Legislativo federal.
Apesar de ser cargo do Legislativo, aqui você não disputa com bacharéis em direito. Os conhecimentos específicos (telecomunicações, eletrônica, sistemas de comunicação) é que separam quem passa de quem não passa, porque dividem o prêmio em poucas vagas com candidatos da mesma formação. Direito constitucional, administrativo, português, raciocínio lógico e inglês entram como conhecimentos básicos: você precisa ir bem para não perder pontos baratos, mas a decisão se faz na parte técnica e na discursiva específica.
O que você faz no dia a dia
O cargo é de execução e assessoramento técnico de nível superior em engenharia, com foco em sistemas elétricos, eletrônicos e de telecomunicações da Casa. Na prática, a especialidade sustenta a infraestrutura que faz o Senado funcionar e comunicar.
- Projeto, especificação e fiscalização de sistemas de comunicação, equipamentos eletrônicos e redes de transmissão.
- Suporte técnico à radiodifusão da Casa (sinais de áudio e vídeo, transmissão e enlaces) e a sistemas de medição e controle.
- Pareceres, laudos, vistorias e fiscalização técnica de contratos de obras e serviços de engenharia.
A banca e o perfil da prova
O concurso de 2022 foi conduzido pela FGV, então estude pelo estilo dela: enunciados longos, pegadinhas em "exceto/incorreta" e questões que exigem cálculo e interpretação técnica, não decoreba pura.
- Prova objetiva com 70 questões, dividida entre conhecimentos básicos e específicos da especialidade.
- Prova discursiva com questão(ões) teórica(s) e/ou prática(s) de conhecimentos específicos, em poucas linhas: treine resposta objetiva e tecnicamente correta.
- Concorrência forte e poucas vagas: contra outros engenheiros da mesma área, margem de erro é mínima.
Matérias de maior peso e prioridade
A nota se decide nos conhecimentos específicos. Priorize o núcleo técnico que a FGV cobrou.
- Telecomunicações: fundamentos de sistemas de comunicação, canal e banda, radiopropagação, multiplexação, modulação e fibras ópticas.
- Eletrônica e eletricidade: circuitos em corrente contínua e alternada, medidas elétricas, diodos, transistores, amplificadores operacionais e eletrônica digital.
- Redes de comunicação e tópicos de TI ligados à infraestrutura, conforme o conteúdo do edital.
Os conhecimentos básicos não decidem, mas eliminam
Você não disputa com advogados, mas perder ponto fácil em básicas custa a vaga.
- Língua portuguesa e redação, raciocínio lógico-matemático e língua inglesa.
- Direito constitucional e direito administrativo no recorte do edital, com atenção às normas próprias do Senado.
- Estratégia: garanta acerto alto nas básicas e use o tempo extra para defender a parte específica.
Nível, remuneração e carreira
É cargo de nível superior com uma das remunerações mais altas entre os de nível superior do Legislativo federal, formada por vencimento somado a gratificações da carreira, além de auxílios. A progressão ao topo ocorre em poucos anos de exercício.
- Exige graduação em engenharia elétrica, eletrônica, de telecomunicações ou de controle e automação, com registro no CONFEA/CREA.
- Estabilidade de servidor efetivo do Senado e plano de carreira estruturado.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 4 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 5 | Regimento Interno do Senado Federal (RISF) | 107 |
| 6 | Engenharia Elétrica e Telecomunicações | 1.006 |
| 7 | Telecomunicações | 1.182 |
| 8 | Física | 3.481 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
Continue por aqui
- Como passar em Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações)
- O que faz o Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações)
- Quanto ganha o Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações)
- Todos os concursos do Senado Federal (Senado)
- Como a banca FGV cobra
- Calcule quanto tempo até a aprovação
- Concursos com inscrições abertas
Perguntas frequentes
Quanto ganha o Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações)?
A partir de ~R$ 25,9 mil, chega a ~R$ 29,3 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.
Quais matérias caem no concurso Senado Federal (Senado) para Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações)?
Pelo edital, o cargo de Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações) cobra 8 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Regimento Interno do Senado Federal (RISF), Engenharia Elétrica e Telecomunicações, Telecomunicações, Física.
Qual a banca do concurso Senado Federal (Senado)?
A banca do cargo de Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações) é a FGV.
Por onde começar a estudar para Analista Legislativo (Engenharia Eletrônica e Telecomunicações)?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Senado Federal (Senado)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Qual banca organiza o concurso para essa especialidade?
No concurso de 2022 a banca foi a FGV. Estude pelo estilo dela: enunciados longos, questões de "exceto/incorreta" e itens que misturam cálculo com interpretação técnica. Confirme sempre a banca no edital vigente.
Qual formação é exigida?
Graduação em engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações ou engenharia de controle e automação, com diploma reconhecido pelo MEC e registro no sistema CONFEA/CREA.
O que tem mais peso na preparação?
Os conhecimentos específicos. O núcleo é telecomunicações (sistemas de comunicação, radiopropagação, multiplexação, modulação, fibras ópticas) e eletrônica/eletricidade (circuitos, medidas, diodos, transistores, amplificadores, eletrônica digital). As básicas servem para não perder pontos fáceis.
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