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Auditor Estadual de Controle, Controladoria-Geral do Estado de São Paulo (CGE-SP)

O edital de Auditor Estadual de Controle do Controladoria-Geral do Estado de São Paulo (CGE-SP) cobra 14 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

O auditor que fiscaliza por dentro o dinheiro e a gestão do Estado de São Paulo, na carreira recém-criada da CGE-SP.

Matérias
14
Nível
Superior, qualquer área
Banca
FGV
Remuneração
Faixa alta (cinco dígitos)
A legislação institucional da CGE-SP é o diferencial que separa aprovados

Aqui não basta o tronco clássico de Direito e Auditoria que cai em qualquer controle. A FGV cobra a carreira em sua própria casa: a Lei Complementar 1.419/2024 (que criou o cargo de Auditor Estadual de Controle), o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo paulista e, sobretudo, as Resoluções CGE nº 12/2023 (Referencial Técnico da Atividade de Auditoria Interna Governamental) e nº 13/2023 (Manual de Orientações Técnicas). Quase todo candidato chega forte em Direito Administrativo e fraco nesses textos próprios da CGE-SP, e é justamente aí, num bloco curto mas decisivo, que a disputa por décimos é vencida ou perdida.

O que esse auditor faz no dia a dia

O Auditor Estadual de Controle é o fiscal interno do próprio Poder Executivo paulista, lotado na Controladoria Geral do Estado (CGE-SP). Diferente do auditor de TCE (controle externo), ele atua de dentro da máquina, antes e durante a execução, não só depois.

  • Planejar e executar auditorias governamentais sobre programas, contratos e gasto público estadual.
  • Avaliar o cumprimento de metas do plano plurianual e a qualidade do gasto.
  • Atuar em correição, ouvidoria, integridade pública e prevenção à corrupção.
  • Produzir achados e recomendações que orientam gestores e corrigem rumos antes do dano virar prejuízo.

A banca e o perfil da prova

A organizadora é a FGV, e isso define a estratégia de estudo. A prova é densa e conceitual, com enunciados longos, casos aplicados e pegadinhas baseadas em literalidade de norma e em "regra versus exceção". A estrutura recente trouxe 120 questões objetivas divididas em dois módulos (60 comuns e 60 específicos da área), mais prova discursiva. Decoreba isolada não sustenta: a FGV premia quem entende o sistema de controle como um todo.

As matérias de maior peso e a prioridade de estudo

O módulo comum concentra o que mais rende ponto por hora estudada. Ataque nesta ordem:

  1. Fundamentos de Auditoria Governamental (peso alto): Sistema de Controle Interno do Executivo e as Resoluções CGE nº 12 e 13/2023.
  2. Língua Portuguesa: maior bloco de questões do módulo comum, retorno garantido.
  3. Direito Constitucional e Direito Administrativo: base clássica, alto custo-benefício.
  4. Administração Pública e Políticas Públicas, mais a Legislação institucional da CGE-SP e mecanismos de integridade.

A área específica importa tanto quanto o comum

São cinco áreas de atuação (Auditoria; Contabilidade Pública e Finanças; Correição e Combate à Corrupção; Obras e Concessões; Tecnologia da Informação), e o módulo específico tem o mesmo número de questões que o comum. Na área de Auditoria, o eixo é Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Avaliação de Políticas Públicas e o aprofundamento da auditoria interna governamental. Escolha a área cedo: ela define metade da sua prova.

A discursiva decide a classificação

Além da objetiva, há prova discursiva eliminatória e classificatória, em recente formato de duas questões somando 120 pontos, com respostas de 30 a 60 linhas. A FGV avalia conhecimento temático, correção e coerência. Treine redação técnica de controle (achado, critério, causa, recomendação) desde já: muita gente passa na objetiva e cai aqui.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Matemática Financeira4.447
4Estatística5.521
5Informática40.187
6Direito Constitucional45.442
7Direito Administrativo65.476
8Administração Pública7.482
9Contabilidade25.914
10Contabilidade Pública17.194
11Auditoria9.457
12Direito Financeiro6.211
13Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
14Finanças Públicas1.034

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Controladoria-Geral do Estado de São Paulo (CGE-SP) para Auditor Estadual de Controle?

Pelo edital, o cargo de Auditor Estadual de Controle cobra 14 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira, Estatística, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, Contabilidade, Contabilidade Pública, Auditoria, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas.

Por onde começar a estudar para Auditor Estadual de Controle?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Controladoria-Geral do Estado de São Paulo (CGE-SP)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual a diferença entre esse auditor e o auditor de TCE?

O Auditor Estadual de Controle da CGE-SP faz controle interno: fiscaliza o Executivo paulista de dentro, durante a gestão, com foco em prevenção, integridade e correição. O auditor de TCE faz controle externo, ligado ao Tribunal de Contas, julgando contas após a execução. São carreiras, lotações e provas distintas.

Precisa ser formado em contabilidade ou direito?

Não. O requisito é diploma de nível superior em qualquer área. Mesmo na área de Auditoria, a prova cobra Contabilidade Aplicada ao Setor Público e auditoria governamental, então quem vem de outra formação precisa estudar esses conteúdos a fundo, mas não há exigência de graduação específica.

Qual a legislação institucional mais cobrada?

A Lei Complementar 1.419/2024 (criação da carreira), as normas do Sistema de Controle Interno do Executivo estadual e, com destaque, as Resoluções CGE nº 12/2023 (Referencial Técnico) e nº 13/2023 (Manual de Orientações Técnicas) da auditoria interna governamental.