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Auditor de Controle Interno, Controladoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte (CGE-RN)

O edital de Auditor de Controle Interno do Controladoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte (CGE-RN) cobra 14 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

O cargo que fiscaliza por dentro o dinheiro público do Rio Grande do Norte: auditoria, integridade e controle no coração do Executivo potiguar.

Matérias
14
Nivel
Superior em qualquer area
Remuneracao
Inicial na casa dos R$ 10 mil
Banca anterior
IBFC (concurso de 2018)
A carreira foi reestruturada pela LC 769/2024: estude o cargo certo

O ponto que mais muda o jogo aqui: a Lei Complementar estadual nº 769/2024 reorganizou a carreira e criou o Auditor de Finanças e Controle, com a especialidade Controle Interno. Isso significa que o cargo antigo (Auditor de Controle Interno / Técnico de Controle Interno) deu lugar a uma estrutura nova, de seis níveis, com exigência de nível superior em qualquer área para a especialidade Controle Interno. Quem usar o edital de 2018 do IBFC como referência de conteúdo até pode, mas precisa cruzar com a nova legislação de carreira, porque atribuições, progressão e remuneração mudaram. Antes de montar cronograma, fixe duas coisas: que você está estudando para Controle Interno (não Finanças) e que a base normativa do cargo é a LC 769/2024.

O que voce faz no dia a dia

O Auditor de Controle Interno (hoje Auditor de Finanças e Controle, especialidade Controle Interno) é o fiscal que atua de dentro do próprio Executivo estadual, na Controladoria-Geral do Estado (CGE-RN). Não confunda com o controle externo do Tribunal de Contas: aqui você está dentro da máquina, prevenindo e corrigindo antes que vire processo.

  • Executar auditorias governamentais em órgãos e entidades do Executivo potiguar, avaliando legalidade, economicidade e resultado da gestão.
  • Atuar em corregedoria e apuração: procedimentos de integridade, prevenção e combate à fraude e à corrupção.
  • Avaliar controles internos, gestão de riscos e governança, orientando os órgãos a melhorarem processos.
  • Dar suporte a transparência, ouvidoria e participação social, eixos centrais da CGE-RN.

A banca e o perfil da prova

O último concurso da CGE-RN (2018, com provas em 2019) foi organizado pelo IBFC. A banca do novo certame ainda não estava definida, então trate o IBFC como referência histórica de estilo, não como garantia. O formato anterior foi enxuto e direto: prova objetiva de 80 questões (35 de conhecimentos básicos e 45 de específicos), prova dissertativa e avaliação de títulos de caráter classificatório.

  • Banca histórica: IBFC, conhecida por enunciados objetivos e cobrança forte de letra de lei.
  • Estrutura: objetiva + dissertativa + títulos.
  • Peso claro nos específicos: 45 das 80 questões na prova anterior.

As materias de maior peso e a prioridade

Para a especialidade Controle Interno, o coração da prova são os conhecimentos específicos. Comece por eles, porque são o maior bloco e o que mais elimina candidato.

  • Auditoria governamental e controle interno (conceitos, normas, papéis): prioridade máxima.
  • Contabilidade pública e Administração Financeira e Orçamentária (AFO): Lei 4.320/1964 e LRF.
  • Direito Administrativo e Constitucional, com foco em controle da Administração e licitações/contratos.
  • Bloco básico: Língua Portuguesa, Matemática/Raciocínio e atualidades, que rendem pontos rápidos.

A legislacao propria do Rio Grande do Norte

É aqui que muita gente perde ponto fácil, porque estuda só material genérico. O cargo é estadual, então a legislação local pesa.

  • LC nº 769/2024: lei que reestruturou a carreira de Auditor de Finanças e Controle. Leia atribuições, especialidades e níveis.
  • Estrutura e competências da CGE-RN: auditoria interna governamental, corregedoria, ouvidoria, transparência e integridade.
  • Constituição do Estado do Rio Grande do Norte e normas estaduais de controle interno do Executivo.

Escolaridade, remuneracao e etapas

  • Escolaridade: nível superior em qualquer área para a especialidade Controle Interno (a especialidade Finanças exige formações específicas).
  • Remuneração: faixa inicial robusta, na casa dos R$ 10 mil, com progressão por mérito ao longo dos níveis da carreira até patamares bem superiores no topo.
  • Etapas: prova objetiva, prova dissertativa e avaliação de títulos. Não há previsão de TAF, prova oral ou investigação social típicos de carreiras policiais.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Matemática Financeira4.447
4Estatística5.521
5Informática40.187
6Direito Constitucional45.442
7Direito Administrativo65.476
8Administração Pública7.482
9Contabilidade25.914
10Contabilidade Pública17.194
11Auditoria9.457
12Direito Financeiro6.211
13Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
14Finanças Públicas1.034

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Controladoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte (CGE-RN) para Auditor de Controle Interno?

Pelo edital, o cargo de Auditor de Controle Interno cobra 14 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira, Estatística, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, Contabilidade, Contabilidade Pública, Auditoria, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas.

Por onde começar a estudar para Auditor de Controle Interno?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Controladoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte (CGE-RN)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Auditor de Controle Interno da CGE-RN e a mesma coisa que Auditor de Finanças e Controle?

Sim, na prática. A LC estadual nº 769/2024 reestruturou a carreira e criou o Auditor de Finanças e Controle, com a especialidade Controle Interno, que ocupa o lugar dos antigos cargos de Auditor e Técnico de Controle Interno. Estude com base nessa nova lei.

Qual a diferenca entre a CGE-RN e o Tribunal de Contas do RN?

A CGE-RN é o controle interno do Poder Executivo: fiscaliza por dentro, com foco em auditoria, integridade, gestão de riscos e correição. O TCE-RN é o controle externo, ligado ao Legislativo. São carreiras e provas distintas, com legislações próprias.

Preciso ser formado em Contabilidade para o cargo de Controle Interno?

Não. A especialidade Controle Interno exige nível superior em qualquer área. A formação em Contábeis, Administração, Economia, Direito ou TI é exigida na outra especialidade, a de Finanças.