Auditor de Controle Interno, Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE-GO)
O edital de Auditor de Controle Interno do Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE-GO) cobra 14 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Ser o auditor interno do Executivo goiano: fiscalizar o gasto público de Goiás por dentro, antes que o erro vire prejuízo.
Aqui está o que separa esse cargo de tantos outros parecidos. O Auditor de Controle Interno trabalha dentro do Poder Executivo estadual, na CGE-GO, e não no TCE-GO (que é controle externo). Na prática, isso muda o estudo: o coração da prova é Auditoria Governamental, Controle Interno e a legislação própria de Goiás (a Lei 17.257/2011, que criou a CGE, e a Lei Orgânica 20.986/2021, que organiza suas competências), além de Tomada de Contas Especial, análise prévia de licitações e contratos e o Manual de Auditoria Governamental do Estado. Quem estuda "para controle" de forma genérica perde tempo com peças que não caem com peso aqui. Comece pela área-fim (Auditoria e Controle Interno) e ancore tudo na legislação estadual goiana.
O que esse auditor faz no dia a dia
O Auditor de Controle Interno é o fiscal de dentro do Executivo de Goiás. Ele não espera o erro virar processo no Tribunal de Contas: atua antes, durante e depois do gasto público. A rotina gira em torno de quatro frentes concretas da CGE-GO:
- Auditorias operacionais, de conformidade e de gestão em órgãos e entidades estaduais.
- Análise prévia de editais de licitação, contratos e da execução desses contratos (controle preventivo).
- Certificação de processos de Tomada de Contas Especial (TCE), apurando responsabilidade por dano ao erário.
- Acompanhamento sistemático de despesas, convênios, parcerias, transferências de recursos e renúncias de receita.
A banca e o perfil da prova
A banca do próximo certame ainda não está definida, então não trate como certo o estilo de nenhuma organizadora. O que dá para afirmar pelo histórico de concursos da CGE-GO e de carreiras de controle: prova objetiva de nível superior, forte em Direito Administrativo, Constitucional, Controle e Auditoria, com altíssima exigência técnica na área-fim. É comum haver fase discursiva (peça ou questão dissertativa de auditoria/administrativo). Não há TAF, prova oral nem investigação social neste tipo de cargo, ele é técnico-administrativo, não policial.
As matérias de maior peso e a ordem de estudo
Priorize pelo que pesa e pelo que é difícil substituir depois:
- Auditoria Governamental e Controle Interno (área-fim, maior peso e maior diferencial competitivo).
- Direito Administrativo, com licitações e contratos (Lei 14.133/2021), responsabilidade e improbidade.
- Administração Financeira e Orçamentária, Contabilidade Pública e a Lei 4.320/1964 / LRF.
- Direito Constitucional, com ênfase no controle (art. 70 a 75 da CF) e na Constituição do Estado de Goiás.
A legislação goiana que você não pode pular
É aqui que o estudo deixa de ser genérico. Domine a legislação própria do Estado:
- Lei 17.257/2011, que criou a CGE-GO atendendo ao comando de controle interno da Constituição estadual.
- Lei Orgânica 20.986/2021, que estrutura competências, subcontroladorias e auditorias internas especializadas.
- O Manual de Auditoria Governamental do Estado e o modelo IA-CM (a CGE-GO foi validada em nível 2 pelo Conaci), que orientam a forma como o auditor planeja e executa o trabalho.
Escolaridade e remuneração
O cargo exige nível superior. A remuneração é compatível com carreira de Estado da área de controle: faixa atrativa, acima da média do funcionalismo estadual, com progressão ao longo da carreira. Evite fixar um número exato antes do edital, porque o valor varia a cada certame, mas trate como um dos melhores salários iniciais disponíveis em Goiás para nível superior.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Matemática Financeira | 4.447 |
| 4 | Estatística | 5.521 |
| 5 | Informática | 40.187 |
| 6 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 7 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 8 | Administração Pública | 7.482 |
| 9 | Contabilidade | 25.914 |
| 10 | Contabilidade Pública | 17.194 |
| 11 | Auditoria | 9.457 |
| 12 | Direito Financeiro | 6.211 |
| 13 | Administração Financeira e Orçamentária (AFO) | 15.292 |
| 14 | Finanças Públicas | 1.034 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
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Perguntas frequentes
Quais matérias caem no concurso Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE-GO) para Auditor de Controle Interno?
Pelo edital, o cargo de Auditor de Controle Interno cobra 14 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira, Estatística, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, Contabilidade, Contabilidade Pública, Auditoria, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas.
Por onde começar a estudar para Auditor de Controle Interno?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Matemática Financeira) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE-GO)?
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O Auditor de Controle Interno da CGE-GO é a mesma coisa que o auditor do TCE-GO?
Não. A CGE-GO é controle interno, dentro do Poder Executivo estadual, e fiscaliza a própria administração por dentro. O TCE-GO é controle externo, vinculado ao Legislativo. São carreiras, lotações e focos de prova diferentes, então estude a legislação e as competências específicas da CGE.
Quais matérias têm mais peso na prova?
A área-fim manda: Auditoria Governamental e Controle Interno, seguidas de Direito Administrativo (licitações e contratos pela Lei 14.133/2021), Administração Financeira e Orçamentária, Contabilidade Pública e Direito Constitucional voltado ao controle. A legislação estadual de Goiás é o diferencial.
O concurso tem TAF, prova oral ou investigação social?
Não. Por ser cargo técnico-administrativo de controle, o processo costuma se concentrar em prova objetiva e, com frequência, uma fase discursiva. Não há teste físico, prova oral nem investigação social como em carreiras policiais.