As novas tecnologias no trânsito podem trazer riscos quando não são utilizadas de forma ética e responsável. Nesse sentido, assinale a opção que indica um exemplo de um uso indevido dessas tecnologias.
- A)Usar aplicativos para identificar locais de blitz da Lei Seca.
Correta: identificar blitz da Lei Seca serve para burlar a fiscalização e caracteriza uso indevido da tecnologia.
- B)Usar o celular para informar a velocidade máxima em cada via.
Errada: informar a velocidade máxima é uso útil e legítimo, ligado à segurança e ao respeito à sinalização.
- C)Usar o waze para selecionar a rota de menor distância até o destino.
Errada: escolher a rota mais curta é um uso normal de navegação, sem desvio ético ou risco por si só.
- D)Usar aplicativos de mensagem para sinalizar a aproximação de veículos no seu entorno.
Errada: sinalizar a aproximação de veículos ao redor pode aumentar a atenção e a segurança no trânsito.
- E)Usar o celular para informar a presença de congestionamentos em vias próximas.
Errada: informar congestionamentos é um uso adequado, que ajuda no planejamento e na fluidez do tráfego.
Gabarito: A
A questão trata do uso ético e responsável das tecnologias no trânsito. O ponto central é simples: tecnologia pode ajudar muito, mas não pode ser usada para burlar a lei, facilitar infração ou aumentar o risco coletivo. Aplicativos de navegação, mensagens e informação de trânsito são úteis quando servem à segurança, à fluidez e ao respeito às normas. O gabarito é a letra A porque usar aplicativos para identificar locais de blitz da Lei Seca é um exemplo claro de uso indevido. Em vez de melhorar a segurança, isso tenta antecipar a fiscalização e enfraquecer a efetividade da lei. A Lei Seca tem finalidade preventiva e repressiva, ligada à proteção da vida e da integridade no trânsito. As demais alternativas mostram usos legítimos: informar velocidade máxima, escolher rota, alertar sobre veículos no entorno e avisar sobre congestionamento são exemplos de informação e apoio à condução. Em termos de trânsito seguro, a tecnologia vira aliada quando ajuda o condutor a tomar decisões melhores, não quando serve para driblar controles ou estimular condutas arriscadas. Em prova, desconfie sempre que a alternativa mostrar a tecnologia como ferramenta para escapar da fiscalização ou facilitar comportamento irregular. A banca gosta dessa linha: o problema não é o aplicativo em si, mas a finalidade do uso.