Os custos de operação do transporte por ônibus podem ser divididos em fixos e variáveis de acordo com a quantidade de transporte realizado (quilometragem rodada). Relacione a classificação de custo fixos e variáveis aos custos apresentados a seguir. 1. Custos variáveis 2. Custos Fixos ( ) Combustíveis ( ) Lubrificantes ( ) peças/acessórios ( ) Mão-de-obra ( ) Depreciação Assinale a opção que indica a relação correta na ordem apresentada.
- A)1 – 1 – 2 – 2 – 2
Errada, porque coloca peças/acessórios, mão de obra e depreciação como fixos, mas peças/acessórios costumam variar com o uso do veículo.
- B)1 – 2 – 2 – 1 – 2
Errada, porque trata lubrificantes e mão de obra como fixos, quando lubrificantes acompanham a rodagem e a mão de obra normalmente é classificada como fixa.
- C)1 – 1 – 1 – 1 – 1
Errada, porque todos os itens não são variáveis; mão de obra e depreciação não se comportam assim na classificação usual.
- D)1 – 1 – 1 – 2 – 2
Certa, porque combustíveis, lubrificantes e peças/acessórios são variáveis, enquanto mão de obra e depreciação são fixos.
- E)2 – 1 – 1 – 1 – 2
Errada, porque inverte combustíveis e ainda classifica vários itens variáveis como fixos, contrariando a lógica da quilometragem rodada.
Gabarito: D
Em custos de operação de ônibus, a lógica principal é simples: se o gasto cresce quando o veículo roda mais, ele tende a ser custo variável. Se ele existe mesmo com o ônibus parado, ele tende a ser custo fixo. É quase como a conta da feira: quanto mais você usa, mais alguns itens pesam no bolso. Na operação rodoviária e urbana, combustíveis e lubrificantes acompanham diretamente a quilometragem rodada, então entram como custos variáveis. Peças e acessórios também são tratados, em regra, como variáveis, porque o desgaste aumenta com o uso do veículo e a reposição depende da intensidade da operação. Já a mão de obra costuma ser classificada como custo fixo, porque salários e encargos da equipe operacional não variam automaticamente a cada quilômetro rodado. A depreciação também é fixa, pois decorre do tempo e do uso do bem, mas não muda na mesma proporção imediata da produção realizada. Por isso, o gabarito D está correto: 1 - 1 - 1 - 2 - 2. Em linhas gerais, essa é a classificação doutrinária usual em custos de transporte, com foco na relação entre quilometragem e despesa.