Em uma pequena cidade, devido aos frequentes casos de invasões a uma empresa de tecnologia, os proprietários decidiram instalar uma cerca pulsativa ao redor do perímetro da propriedade. Com o novo sistema em funcionamento, as invasões diminuíram significativamente. Nessa situação hipotética, a principal característica da cerca pulsativa que contribuiu para a redução das invasões é
- A)geração de alertas sonoros em tempo real.
Errada, porque alerta sonoro pode complementar a segurança, mas não é a característica principal da cerca pulsativa.
- B)detecção de movimentos por radar.
Errada, pois radar detecta movimento à distância, mas isso não define o funcionamento da cerca pulsativa.
- C)implementação de sensores térmicos.
Errada, já que sensores térmicos captam variações de calor e não têm relação direta com a ação da cerca pulsativa.
- D)emissão de choques elétricos.
Certa, porque a cerca pulsativa reduz invasões ao emitir pulsos elétricos que causam choque e efeito dissuasório.
- E)utilização de câmeras integradas.
Errada, porque câmeras integradas ajudam na vigilância, mas não são o elemento que caracteriza a cerca pulsativa.
Gabarito: D
A cerca pulsativa é um recurso de segurança perimetral pensado para desestimular a invasão antes que ela aconteça. Ela cria uma barreira física e psicológica, porque transmite ao intruso a ideia de risco imediato ao tentar ultrapassar o perímetro. O ponto central da questão é o efeito dissuasório. Diferente de câmera, sensor ou alarme, a cerca pulsativa atua de forma direta no contato com o invasor, aplicando pulsos elétricos de baixa intensidade, suficientes para causar choque e afastar a tentativa de entrada. Ou seja, ela não só avisa: ela desencoraja na prática. Por isso, o gabarito é a letra D. A redução das invasões ocorreu porque o sistema tornou a aproximação menos atrativa e mais arriscada para quem tentasse transpor a cerca. Em segurança patrimonial, esse tipo de solução é clássico: prevenir, dificultar e inibir. Em termos técnicos, a lógica é de proteção perimetral com efeito de contenção e dissuasão. Não se trata de vigilância passiva, mas de um obstáculo ativo. É o famoso: "melhor não testar".