O Inventário de Avaliação Pediátrica de Disfunção, cuja abreviatura em inglês é PEDI, é um teste padronizado que mede o desempenho funcional de crianças. O perfil funcional documentado pelo PEDI avalia
- A)as habilidades dos cuidadores, a independência ou a qualidade da ajuda necessária na realização de atividades e as modificações domésticas usadas na rotina da criança.
Errada, porque o PEDI não avalia as habilidades dos cuidadores como eixo principal, e sim as habilidades funcionais da criança e a assistência necessária.
- B)o comportamento da criança, a independência ou a quantidade de ajuda necessária na realização de atividades e as modificações escolares usadas na rotina da criança.
Errada, porque o instrumento não avalia o comportamento da criança nem usa modificações escolares como parte central do perfil funcional.
- C)as habilidades da criança, a independência ou quantidade de ajuda necessária na realização de atividades e as modificações do ambiente doméstico usadas na rotina da criança.
Certa, porque o PEDI avalia as habilidades da criança, a independência ou quantidade de ajuda necessária nas atividades e as modificações do ambiente doméstico usadas na rotina.
- D)as ocupações da criança, a independência ou quantidade de ajuda necessária para a realização de atividades e as modificações do comportamento da criança na sua rotina doméstica.
Errada, porque o PEDI não mede ocupações da criança nesse formato nem trata modificações do comportamento como foco do perfil funcional.
- E)as habilidades dos cuidadores e da criança, a independência na realização de atividades e as modificações usadas na rotina doméstica e escolar da criança.
Errada, porque mistura habilidades de cuidadores e criança e ainda inclui rotina escolar, mas o instrumento trabalha com funcionalidade da criança e modificações no ambiente doméstico.
Gabarito: C
O PEDI, ou Inventário de Avaliação Pediátrica de Disfunção, é um teste padronizado muito usado para medir o desempenho funcional da criança nas atividades do dia a dia. Ele não foca em “nota escolar” nem em comportamento puro e simples: a lógica dele é funcional, bem pé no chão, pensando no que a criança consegue fazer, quanto ajuda precisa para fazer e se precisa de adaptações no ambiente.