A medida da altura do encosto da cadeira de rodas, quando da sua prescrição para usuários sem déficit de controle de tronco, deve ser tomada da base do acento até
- A)a borda do ângulo superior da escápula.
Errada, porque o ângulo superior da escápula fica alto demais e indicaria um encosto mais extenso do que o necessário para quem não tem déficit de tronco.
- B)a porção superior do trapézio.
Errada, porque a porção superior do trapézio não é a referência anatômica padrão para medir altura de encosto de cadeira de rodas.
- C)a borda do ângulo inferior da escápula.
Certa, porque a borda do ângulo inferior da escápula é a referência usada para medir a altura do encosto em usuários sem déficit de controle de tronco.
- D)a porção transversa do trapézio.
Errada, porque a porção transversa do trapézio não é o marco anatômico adotado para essa prescrição.
- E)a margem medial da escápula.
Errada, porque a margem medial da escápula não define a altura do encosto e pode levar a uma medida inadequada.
Gabarito: C
Na prescrição de cadeira de rodas, a altura do encosto não é escolhida no chute: ela depende do controle de tronco e da função que você quer preservar. Quando o usuário não tem déficit de controle de tronco, o encosto pode ser mais baixo, porque a ideia é dar suporte sem “prender” desnecessariamente a escápula e o ombro. Isso ajuda na mobilidade de membros superiores e evita limitar alcance e propulsão. Na prática, a medida é tomada da base do assento até a borda do ângulo inferior da escápula, que é o ponto anatômico usado como referência para encosto baixo nesse perfil de usuário. Por isso o gabarito é a alternativa C.