O índice de Katz avalia funções cotidianas como alimentação, continência, transferência, toalete, vestir e banho. Seu uso ajuda na predição da
- A)capacidade funcional.
Correta, porque o índice de Katz avalia atividades básicas e serve para estimar a capacidade funcional da pessoa.
- B)cognição virtual.
Errada, porque o Katz não mede cognição, e muito menos algo chamado cognição virtual.
- C)capacidade laboral.
Errada, porque capacidade laboral diz respeito ao trabalho, não às atividades básicas de autocuidado.
- D)consciência lúdica.
Errada, porque consciência lúdica não é o foco da escala, que avalia funcionalidade nas atividades diárias.
Gabarito: A
O índice de Katz é uma escala bem clássica para avaliar se a pessoa consegue realizar, sozinha ou com ajuda, atividades básicas do dia a dia. Ele observa itens como alimentação, continência, transferência, toalete, vestir e banho, que são justamente tarefas essenciais para a autonomia funcional. Em outras palavras, ele ajuda a responder: a pessoa está conseguindo viver com independência nas atividades mais básicas? O foco aqui não é desempenho intelectual, nem trabalho, nem aspectos lúdicos, mas sim a funcionalidade prática no cotidiano. Por isso, o gabarito é a alternativa A. Quando o índice de Katz aponta dificuldades nessas atividades, ele indica redução da capacidade funcional, que é a habilidade de executar tarefas da vida diária com autonomia. Na Terapia Ocupacional, esse tipo de avaliação é muito útil para planejar intervenções, adaptações e estratégias de cuidado, especialmente em contextos de reabilitação e cuidados paliativos. A lógica da escala é bem direta: quanto maior a dependência nas atividades básicas, menor a capacidade funcional. É uma ferramenta simples, mas muito valiosa, porque traduz em números algo que a equipe percebe no dia a dia do cuidado. Em prova, quando aparecer Katz, pense imediatamente em atividades básicas de vida diária e funcionalidade. Não há um fundamento legal específico para o índice de Katz, pois se trata de instrumento clínico de avaliação, com base doutrinária e ampla utilização assistencial. O que importa aqui é o conceito: avaliação de AVDs para inferir o nível de autonomia funcional.