O trabalho do soldador é muito severo e o risco de queimaduras é iminente. Para que isso não ocorra, como medida de segurança, além das proteções adicionais oferecidas pelos EPIs, a vestimenta é de fundamental importância. Para evitar a queimadura da pele, as vestimentas do soldador devem ser confeccionadas em tecido de:
- A)poliéster
Errada, porque o poliéster é fibra sintética e pode derreter com o calor, aumentando o risco de queimadura.
- B)poliamida
Errada, porque a poliamida também é sintética e não é a melhor escolha para proteção contra respingos e calor da solda.
- C)algodão
Certa, porque o algodão é a opção mais adequada para vestimentas de soldador, já que não derrete como os tecidos sintéticos.
- D)microfibra
Errada, porque a microfibra costuma ter composição sintética e não é a referência clássica de segurança para esse tipo de atividade.
Gabarito: C
Na soldagem, o perigo não vem só da faísca bonita que parece inofensiva. Há radiação, respingos de metal quente e calor intenso, então a vestimenta precisa funcionar como uma barreira contra queimaduras e não como algo que derreta na pele. Por isso, a lógica de segurança é simples: evitar tecidos sintéticos, porque eles podem fundir com o calor e piorar muito a lesão. Em atividades de solda, a roupa deve ser de material resistente ao calor e, na prática cobrada em prova, isso aponta para o algodão. O gabarito é a letra C porque o algodão é um tecido menos perigoso nesse cenário, já que não derrete como poliéster ou poliamida. Além disso, ele é tradicionalmente indicado em roupas de proteção para atividades com calor e faíscas, justamente para reduzir o risco de queimadura da pele. Em termos normativos, a ideia conversa com as regras de EPI da NR 6 e com as exigências de proteção em atividades de soldagem, em que vestimentas adequadas integram a proteção do trabalhador. A banca costuma cobrar isso de forma bem direta: se tem calor, faísca e solda, fuja dos tecidos que podem derreter.