De acordo com a Norma Regulamentadora (NR) 13, as tubulações devem ser inspecionadas em intervalos que devem atender os prazos máximos da inspeção de segurança interna do vaso ou caldeira mais crítica a elas ligado. No entanto, a critério do profissional legalmente habilitado (PLH) responsável pela inspeção, esse intervalo pode ser modificado desde que justificado tecnicamente. Assim, considerando um conjunto de tubulações que se liga a um vaso de pressão que deve ser inspecionado internamente a cada 6 anos, o intervalo máximo para a inspeção dessas tubulações não deve ser superior a
- A)6 anos.
Correta, porque a NR 13 determina que o intervalo da tubulação não pode superar o prazo máximo da inspeção interna do vaso ou caldeira mais crítica a ela ligado.
- B)8 anos.
Errada, pois amplia indevidamente o prazo além do limite do equipamento mais crítico.
- C)10 anos.
Errada, porque também ultrapassa o prazo máximo permitido pela regra da NR 13.
- D)12 anos.
Errada, já que dobra o intervalo sem base na vinculação com a inspeção do equipamento mais crítico.
- E)15 anos.
Errada, pois cria um prazo muito maior do que o permitido para tubulações ligadas ao vaso de pressão citado.
Gabarito: A
A NR 13 trata as tubulações como parte do sistema que acompanha o equipamento mais crítico a que elas estão ligadas. A lógica é simples: se o vaso de pressão precisa de atenção interna a cada certo prazo, a tubulação conectada não pode ficar “desassistida” por mais tempo do que isso. Afinal, o ponto mais fraco do conjunto costuma ser quem manda no calendário. Pela regra da NR 13, as tubulações devem ser inspecionadas em intervalos que atendam aos prazos máximos da inspeção de segurança interna do vaso ou caldeira mais crítica a elas ligada. Então, se o vaso de pressão é inspecionado internamente a cada 6 anos, a tubulação não pode ter intervalo superior a 6 anos. O detalhe importante é que o profissional legalmente habilitado (PLH) pode ajustar esse intervalo, desde que haja justificativa técnica. Mas a questão perguntou o limite máximo sem entrar nessa exceção. Nesse cenário, vale o prazo do equipamento mais crítico, que é de 6 anos. Em prova, a banca costuma tentar empurrar um número maior para ver se você esquece o vínculo com o equipamento mais crítico. Aqui, não tem mistério: a tubulação “pega carona” no prazo do vaso mais exigente.