Em uma fábrica ocorreram 2 acidentes no período de um mês. Sabe-se que o valor de horas-homem de exposição ao risco, neste mesmo período, é de12.500. Assinale a opção que indicas a taxa de frequência de acidentes.
- A)104.
Errada, porque o cálculo correto com 2 acidentes e 12.500 horas resulta em 160, e não 104.
- B)160.
Certa, pois a taxa de frequência é calculada por 2 x 1.000.000 / 12.500, chegando a 160.
- C)208.
Errada, porque esse valor seria obtido com outra relação numérica, não com os dados do enunciado.
- D)833.
Errada, pois 833 não corresponde à fórmula padrão da taxa de frequência neste caso.
- E)1250.
Errada, porque 1.250 seria muito acima do resultado correto e indica erro na aplicação da fórmula.
Gabarito: B
A taxa de frequência de acidentes serve para mostrar, de forma padronizada, quantos acidentes ocorreram em relação ao total de horas trabalhadas. A ideia é evitar comparações enganosas: uma fábrica grande e uma pequena não podem ser avaliadas do mesmo jeito sem um denominador comum. Por isso, usa-se a fórmula baseada nas horas-homem de exposição ao risco. A regra mais cobrada em prova é simples: taxa de frequência = número de acidentes x 1.000.000 / horas-homem de exposição ao risco. Esse fator de 1.000.000 é o ajuste padrão usado na estatística de segurança do trabalho para facilitar a leitura do índice. Aplicando ao caso: 2 acidentes x 1.000.000 / 12.500 horas = 160. Então a taxa de frequência de acidentes é 160. É exatamente isso que a banca quer: conta direta, sem truques, só atenção ao fator multiplicador. Em provas de Segurança do Trabalho, especialmente em temas de saúde ocupacional e estatística de acidentes, a FGV costuma cobrar a fórmula de forma objetiva. Se você lembrar do esquema "acidentes sobre horas trabalhadas, vezes um milhão", já mata a questão com tranquilidade.