Em um sistema de iluminação de emergência, o estado em que a bateria do sistema recebe tensão com a corrente necessária calculada para a manutenção de sua capacidade nominal, é denominado estado de
- A)flutuação.
Correta, porque flutuação é o regime em que a bateria recebe tensão e corrente de manutenção para conservar sua capacidade nominal.
- B)funcionamento atípico.
Errada, pois “funcionamento atípico” não é o nome técnico do estado de manutenção da bateria.
- C)vigília.
Errada, porque “vigília” não é a terminologia usada para esse regime de carga em sistemas de emergência.
- D)repouso programado.
Errada, pois “repouso programado” não descreve o estado em que a bateria fica alimentada para preservação da carga.
- E)progressão.
Errada, já que “progressão” não é conceito técnico aplicável ao estado de manutenção da bateria.
Gabarito: A
Em sistemas de iluminação de emergência, a bateria não fica simplesmente “parada” esperando a hora do apuro. Ela costuma permanecer conectada ao carregador, recebendo uma tensão adequada e uma corrente calculada para conservar sua capacidade nominal. Esse regime é chamado de estado de flutuação, muito comum em baterias usadas em nobreaks, centrais de alarme e iluminação de emergência. A ideia é simples: a bateria fica sempre pronta para entrar em ação sem sofrer sobrecarga nem descarregamento desnecessário. Assim, quando falta energia, o sistema responde imediatamente. Esse comportamento aparece em normas técnicas do tema, como as da ABNT aplicáveis a sistemas de iluminação de emergência, que tratam justamente do modo de manutenção da bateria para garantir confiabilidade. Por isso, o gabarito é a alternativa A. “Flutuação” é o termo técnico para a bateria mantida sob tensão de manutenção, com corrente apropriada para preservar sua carga nominal. É o tipo de detalhe que a FGV gosta: troca uma palavra simples por um termo técnico e tenta ver se você cai na casca de banana. As demais alternativas não correspondem ao vocabulário técnico do regime de operação da bateria. Aqui, o ponto central é identificar o estado de manutenção contínua da carga, e não algum modo genérico de funcionamento do sistema.