Ao manusear produtos químicos, os profissionais devem buscar informações sobre riscos, compatibilidades, formas de transporte, armazenamento e sinalização. A sinalização, no Brasil, segue preceitos da Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e normas da ABNT, sendo definido que um composto:
- A)corrosivo classifica-se como risco 2;
Errada: corrosivo é classe de risco 8, não risco 2.
- B)explosivo classifica-se como risco 3;
Errada: explosivo é classe de risco 1, não risco 3.
- C)oxidante classifica-se como risco 5;
Certa: oxidante pertence à classe de risco 5.
- D)tóxico classifica-se como risco 7;
Errada: tóxico é classe de risco 6, não risco 7.
- E)adioativo classifica-se como risco 8.
Errada: radioativo é classe de risco 7, não risco 8.
Gabarito: C
Quando você lida com produtos químicos no transporte, a sinalização não é enfeite: ela serve para avisar rapidamente qual é o perigo da carga. No Brasil, essa identificação segue as regras da ANTT e também os padrões da ABNT, alinhados com a classificação internacional de mercadorias perigosas. A lógica é simples: cada substância entra em uma classe de risco. Explosivos ficam na classe 1, gases na 2, líquidos inflamáveis na 3, sólidos inflamáveis na 4, oxidantes e peróxidos orgânicos na 5, tóxicos e infectantes na 6, radioativos na 7, corrosivos na 8 e perigosos diversos na 9. Perceba a pegadinha clássica: o item que fala em oxidante. Oxidantes ajudam a intensificar a combustão, por isso não entram como corrosivos, tóxicos ou radioativos. Pela classificação de transporte de produtos perigosos, oxidante corresponde ao risco 5, que é exatamente a alternativa C. Então, se a questão pedir o número da classe de risco, basta lembrar dessa sequência básica. Em prova, isso costuma aparecer misturando nomes parecidos para ver se você tropeça no rótulo errado. Aqui, o gabarito está certo porque oxidante pertence à classe 5 segundo a classificação adotada pela ANTT e pela ABNT.