A professora Ana, orientada pela BNCC, trabalhou a capoeira regional com seus alunos do ensino fundamental. Com base nessa informação, os prováveis anos de escolaridade e o objeto de conhecimento desse trabalho são, respectivamente,
- A)6º e 7º anos; Lutas do Brasil.
Certa, porque a capoeira regional se enquadra em "Lutas do Brasil" nos 6º e 7º anos da BNCC.
- B)6º e 7º anos; Lutas do mundo.
Errada, porque "Lutas do mundo" não é a classificação adequada para a capoeira regional na BNCC.
- C)8º e 9º anos; Lutas dos povos originários.
Errada, porque 8º e 9º anos e "Lutas dos povos originários" não correspondem ao tratamento curricular da capoeira.
- D)8º e 9º anos; Lutas do Brasil.
Errada, porque embora a capoeira seja uma luta brasileira, ela não é indicada para 8º e 9º anos nesse objeto de conhecimento.
- E)6º e 7º anos; Lutas rítmicas.
Errada, porque capoeira regional não se encaixa em "Lutas rítmicas", mas em lutas de matriz brasileira.
Gabarito: A
Na BNCC, o conteúdo de Lutas aparece no componente Educação Física do Ensino Fundamental e é organizado por objetos de conhecimento que variam conforme o ano escolar. Quando o tema é capoeira regional, a referência é clara: trata-se de uma manifestação da cultura corporal brasileira, então entra no bloco de "Lutas do Brasil", associado aos 6º e 7º anos. É o tipo de associação que a banca adora: não basta saber que é luta, você precisa lembrar de onde ela vem e em que etapa a BNCC a coloca. A lógica aqui é bem direta. Nos anos finais do ensino fundamental, a BNCC amplia o repertório dos estudantes para diferentes práticas corporais, incluindo as lutas, e destaca manifestações brasileiras como a capoeira. Isso faz sentido porque o currículo busca valorizar a cultura nacional e regional, além de desenvolver respeito, cooperação e consciência histórica sobre essas práticas. Por isso, o gabarito A está correto: 6º e 7º anos, com o objeto de conhecimento "Lutas do Brasil". Capoeira regional não é tratada como "lutas do mundo" nem como conteúdo dos 8º e 9º anos nessa organização curricular. Em prova, sempre vale lembrar: a banca costuma misturar o nome da prática com a etapa errada para ver se você escorrega no calendário escolar. Em resumo, a chave é unir dois elementos da BNCC: faixa etária/ano escolar e objeto de conhecimento. Se a prática é uma luta brasileira, ligada à cultura corporal do país, a resposta tende a seguir essa trilha.