O manejo correto de aparelhos respiratórios evita infecções. Assinale a opção que apresenta o procedimento inadequado na higienização de copo e máscara de inalador utilizados eventualmente pelos alunos.
- A)Limpar com uso abundante de água corrente filtrada e secar com pano.
Errada, porque a secagem com pano pode recontaminar o copo e a máscara do inalador.
- B)Borrifar com álcool etílico 70% e deixar agir por cinco minutos.
Aceitável como desinfecção em algumas rotinas, pois o álcool 70% é um antisséptico amplamente usado.
- C)Mergulhar em peróxido de hidrogênio a 3% por trinta minutos.
Pode ser usado como método de desinfecção em certas situações, conforme a compatibilidade do material.
- D)Lavar com água e sabão logo após o uso e deixar secar ao ar livre.
Correta, pois lavar com água e sabão após o uso e secar ao ar livre é uma medida segura de higiene.
- E)Lavar as mãos com água e sabão antes e depois do manejo do equipamento.
Correta, porque a higiene das mãos antes e depois do manuseio reduz o risco de contaminação cruzada.
Gabarito: A
Quando falamos de copo e máscara de inalador usados por alunos, a ideia central é simples: higienização segura, sem “inventar moda” que possa danificar o material ou deixar resíduos. Em geral, o procedimento correto envolve lavar logo após o uso, usar água e sabão, enxaguar bem e deixar secar ao ar livre, além de manter as mãos limpas antes e depois do manuseio. Isso reduz o risco de contaminação e evita que o aparelho vire um pequeno “condomínio de micróbios”. O ponto da questão é identificar o que não combina com esse cuidado. Secar com pano, especialmente se não for descartável e limpo de forma controlada, não é uma boa prática porque o pano pode recontaminar a peça. Em materiais de uso compartilhado ou eventual, a orientação sanitária costuma privilegiar secagem natural e limpeza adequada, em vez de improvisos que espalham sujeira de novo. Por isso, o gabarito é a alternativa A. Ela fala em limpar com água corrente filtrada e secar com pano, e o problema está justamente na secagem com pano, que pode transferir microrganismos ou fiapos para o equipamento. Em termos de boas práticas de biossegurança e controle de infecção, o ideal é higienizar corretamente e deixar secar ao ar livre. Na lógica de concurso, a banca costuma cobrar esse tipo de detalhe prático: o procedimento parece inocente, mas um pequeno passo errado muda tudo. Aqui, a pegadinha está em uma atitude comum do dia a dia, porém inadequada para um item que precisa permanecer limpo e seguro para uso posterior.