Para produzir uma certa quantidade (Q) de um bem, uma firma gasta com custo fixo (CF) $150,00, além de um custo variável (CV) que corresponde a CV = 2Q2 . Nessa situação hipotética, o custo médio total (CMT) da firma na produção de 15 unidades é igual a:
- A)$40,00
Correta, porque CT = 150 + 2(15)² = 600 e, assim, CMT = 600/15 = 40.
- B)$35,00
Incorreta, pois não corresponde ao valor obtido após somar custo fixo e variável e dividir pela produção.
- C)$25,00
Incorreta, porque subestima o custo médio total ao ignorar parte do custo total ou errar a divisão.
- D)$45,00
Incorreta, pois o cálculo correto do custo médio total não chega a esse valor.
- E)$30,00
Incorreta, porque o custo médio total da firma é maior do que isso com os dados fornecidos.
Gabarito: A
Nesta questão, o caminho é lembrar a fórmula do custo médio total: CMT = CT / Q, em que CT é o custo total da firma. E custo total nada mais é do que custo fixo + custo variável. Aqui, o custo fixo é 150 e o custo variável é CV = 2Q². Como a firma vai produzir 15 unidades, basta substituir Q por 15: CV = 2 x 15² = 2 x 225 = 450. Agora vem a parte mais gostosa da conta: CT = 150 + 450 = 600. Depois, o custo médio total é CMT = 600 / 15 = 40. Ou seja, cada unidade custa, em média, R$ 40,00 para ser produzida. Simples, direto e bem típico de prova da VUNESP, que adora cobrar conta básica com fórmula conceitual bem conhecida. O gabarito é a alternativa A porque ela traz exatamente esse valor. Não há truque de longo prazo aqui, nem necessidade de analisar economias de escala ou rendimentos. É só aplicar a relação entre custo fixo, custo variável, custo total e custo médio total. Em microeconomia, isso é a base da teoria da firma no curto prazo: primeiro monta o custo total, depois divide pela quantidade produzida.