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Medicina Veterinária · COSEAC/UFF · 2023

Questão comentada de Medicina Veterinária

A estratégia de atuação do PNCEBT é baseada na classificação das unidades federativas quanto ao grau de risco para as doenças tuberculose e brucelose e na definição e aplicação de procedimentos de defesa sanitária animal, de acordo com a classificação de risco. Em relação à estratégia do PNCEBT:

Gabarito: C

O PNCEBT, Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal, organiza a defesa sanitária conforme o risco de cada unidade federativa. Em vez de tratar todo o país como se fosse igual, ele ajusta as ações de vigilância, controle, vacinação e certificação ao cenário epidemiológico local. Faz sentido: onde o risco é maior, a vigilância aperta; onde é menor, a meta é manter e avançar na erradicação. Na prática, o programa traz regras bem objetivas para brucelose e tuberculose em bovinos e bubalinos. Para brucelose, a vacinação é um ponto central e obrigatório em fêmeas jovens, justamente para reduzir a circulação da doença no rebanho. É aí que a alternativa C acerta: a vacinação obrigatória das fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade é uma medida clássica do PNCEBT. Vale lembrar que os testes diagnósticos e as ações de certificação não podem ser misturados no improviso. Brucelose e tuberculose têm protocolos diferentes, com testes de triagem, confirmatórios e regras específicas para trânsito, exames de rebanho e certificação. Em prova, a banca adora trocar o nome do teste e fazer você escorregar na doença errada. Então, resumindo: o PNCEBT combina classificação de risco, vacinação obrigatória em faixa etária definida e medidas sanitárias escalonadas. A letra C está correta porque reproduz exatamente a regra de vacinação obrigatória contra brucelose para fêmeas bovinas e bubalinas de 3 a 8 meses, conforme a regulamentação do MAPA para o programa.

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