Em função da posição anatômica do ducto parotídeo nos carnívoros domésticos, devese ter atenção especial quando for necessária intervenção cirúrgica na região topográfica da cabeça conhecida como
- A)maxilar.
Errada, porque a região maxilar não é a principal referência topográfica do trajeto do ducto parotídeo nos carnívoros.
- B)mentoniana.
Errada, porque a região mentoniana fica na porção ventral do queixo e não corresponde ao percurso do ducto parotídeo.
- C)massetérica.
Certa, porque o ducto parotídeo cruza a região do masseter, exigindo cuidado em cirurgias na área massetérica.
- D)mandibular.
Errada, porque a região mandibular é mais ampla e não é a referência anatômica mais específica cobrada para esse ducto.
- E)frontal.
Errada, porque a região frontal é da testa e não tem relação com o trajeto do ducto parotídeo.
Gabarito: C
Nos carnívoros domésticos, o ducto parotídeo segue um trajeto bem relacionado ao músculo masseter. Por isso, quando o exame ou a cirurgia envolve a região lateral da face, você precisa lembrar desse detalhe para não se surpreender com a anatomia "passando na frente" do que deveria estar livre para acesso. É aquele tipo de estrutura que, se você esquece, vira problema na mesa cirúrgica. A glândula parótida drena sua saliva pelo ducto parotídeo, que atravessa a região da bochecha e cruza a área do masseter antes de abrir na cavidade oral. Justamente por esse percurso, a região topográfica da cabeça que exige mais cuidado é a massetérica, porque ali o ducto fica mais exposto a lesões durante incisões, drenagens ou abordagens cirúrgicas. Então o gabarito ser a letra C faz todo sentido: a cirurgia na região massetérica pode atingir ou comprometer o ducto parotídeo. As demais regiões listadas não são as principais referências topográficas desse trajeto em carnívoros domésticos. Em prova, a banca costuma cobrar esse tipo de relação anatômica direta: estrutura + trajeto + topografia. Se você associar o ducto parotídeo ao masseter, já elimina boa parte das alternativas sem sofrimento.