According to the conceptions supported in the BNCC, the English language status is currently characterized by:
- A)Local language use seen as curiosity.
Errada, porque a BNCC não trata o inglês usado localmente como mera curiosidade, mas como prática legítima e relevante no cotidiano.
- B)Accuracy and correction upper hand.
Errada, pois a Base não coloca a precisão e a correção gramatical acima de tudo; ela prioriza o uso significativo da língua.
- C)Shifts from the ideal speaker pattern.
Certa, porque a BNCC rompe com o modelo do falante nativo ideal e adota uma visão mais plural e funcional do inglês.
- D)High level of performance proficiency.
Errada, porque a BNCC não exige desempenho de alto nível como meta central para todos, mas comunicação, interação e participação.
Gabarito: C
A BNCC trata a língua inglesa de um jeito bem diferente daquele ensino antigo, centrado na ideia de imitar um falante nativo perfeito. Em vez de cobrar um “inglês de filme”, ela entende a língua como prática social, usada por pessoas reais em contextos reais, inclusive entre falantes não nativos. Isso muda bastante o foco: sai o culto ao modelo idealizado e entra o uso comunicativo, plural e situado. Na Base, o inglês aparece como língua franca, ou seja, como uma língua de circulação internacional. Na prática, isso significa que o importante não é copiar um padrão único de falante nativo, mas conseguir interagir, compreender e se fazer entender em diferentes situações. A língua passa a ser vista como dinâmica, híbrida e atravessada por aspectos culturais diversos. Por isso, o gabarito é a letra C. Ela está correta porque expressa exatamente essa mudança de paradigma: há um afastamento do padrão do “falante ideal” como referência absoluta. A BNCC valoriza mais a funcionalidade, a negociação de sentidos e a diversidade de usos do que a perfeição formal a qualquer custo. Em termos de prova, guarde esta ideia: a BNCC não quer que você trate o inglês como algo exótico, nem como uma língua de elite reservada a quem fala “sem erro”. Ela pede uma visão mais democrática e realista, em sintonia com documentos curriculares e com a perspectiva de inglês como língua franca.