According to Jenkins (2012), English as a Lingua Franca (ELF) is “a means of communication between people who come from different first language backgrounds.”. Based on this definition and also on the many studies on ELF so far, we can say that:
- A)Teachers must adhere strictly to native-speaker norms.
Errada, porque ELF nao exige obediencia estrita aos padroes do falante nativo, mas sim comunicacao efetiva entre falantes de diferentes origens.
- B)Grammar should never be taught, since the focus of ELF is on pronunciation.
Errada, porque a gramatica continua importante em ELF; o foco nao e so pronuncia, e sim compreensao e adequacao comunicativa.
- C)Teachers must be aware of the great variety of accents from the students´ first languages.
Certa, porque em ELF o professor precisa reconhecer a grande variedade de acentos ligados as primeiras linguas dos alunos e trabalhar com inteligibilidade.
- D)Vocabulary classes must be taught in the students´ first language.
Errada, porque aulas de vocabulario nao precisam ser ministradas na lingua materna dos alunos como regra do ELF.
- E)The teachers don´t need to correct the students´ errors on language form.
Errada, porque mesmo em ELF erros relevantes de forma podem e devem ser trabalhados quando prejudicam a compreensao ou a eficacia comunicativa.
Gabarito: C
English as a Lingua Franca (ELF) nao trata o ingles como uma copia do modelo do falante nativo, mas como uma lingua de contato entre pessoas de origens linguisticas diferentes. A ideia central em Jenkins (2012) e em boa parte da literatura de ELF e a comunicacao eficaz, com atencao a compreensibilidade, negociacao de sentido e respeito a diversidade linguistica. Em sala, isso muda bastante a postura do professor: ele nao fica preso a um unico sotaque "correto" como se o ingles tivesse um dono.