No contexto do ensino e da aprendizagem da língua inglesa na educação básica, a avaliação deve ser
- A)centrada no professor, com foco na transmissão de conteúdos.
Errada, porque a avaliação não deve ser centrada apenas no professor nem reduzida à simples transmissão de conteúdos.
- B)centrada no aluno, com foco no desenvolvimento apenas de competências.
Errada, porque a avaliação não se limita ao desenvolvimento de competências isoladas e precisa considerar diferentes instrumentos e dimensões da aprendizagem.
- C)uma combinação de avaliações tradicionais e alternativas, com foco centrado no aluno.
Certa, porque combina avaliações tradicionais e alternativas, mantendo o foco no aluno e no processo de aprendizagem.
- D)realizada apenas por meio de provas escritas.
Errada, porque a avaliação não pode ser feita apenas por provas escritas, já que isso empobrece a verificação da aprendizagem.
- E)realizada apenas por meio de atividades práticas.
Errada, porque atividades práticas são importantes, mas não devem ser o único meio de avaliação.
Gabarito: C
No ensino de língua inglesa na educação básica, a avaliação não deve ser só um momento de cobrança, mas parte do processo de aprendizagem. Em outras palavras, ela serve para acompanhar o que o aluno já conseguiu construir, o que ainda precisa de apoio e como o professor pode ajustar sua prática. Isso combina muito com uma visão mais formativa e centrada no aluno, sem abandonar instrumentos tradicionais quando eles fizerem sentido. Na prática, avaliar bem não é ficar preso a uma única forma de ver o desempenho. Provas escritas podem existir, claro, mas também entram observação, participação, produção oral, projetos, atividades em dupla, tarefas contextualizadas e outros instrumentos que mostrem uso real da língua. A ideia é ter um olhar mais completo, porque aprender inglês não é só decorar regra gramatical e sair correndo para a próxima página. Por isso, o gabarito C está correto: ele traz exatamente essa lógica equilibrada, com avaliação tradicional e alternativa, mas com foco centrado no aluno. Essa é a direção mais coerente com abordagens pedagógicas atuais e com a própria LDB, que valoriza avaliação contínua e cumulativa, privilegiando os aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Em sala de aula, isso significa observar processo, não só resultado final.