What is the process we should teach? It is the process of discovery through language. It is the process of exploration of what we know and what we feel about what we know through language. It is the process of using language to learn about our world, to evaluate what we learn about our world, to communicate what we learn about our world. Instead of teaching finished writing, we should teach unfinished writing, and glory in its unfinishedness. We work with language in action. We share with our students the continual excitement of choosing one word instead of another, of searching for the one true word. Donald M. Murray. Teach Writing as a Process Not Product. The Leaflet, November 1972, pp. 11-14. Based on the text above, choose the correct option.
- A)The goal of writing texts in English in the classroom is to achieve excellency in the final text.
Errada, porque o texto valoriza o processo de escrita e não a busca pela perfeição do texto final.
- B)The search for a specific word to use in a text can be frustrating.
Errada, porque o texto apresenta a escolha de palavras como parte natural e excitante da escrita, não como frustração.
- C)The writing process is not unidirectional – it is informed by the world and it goes back to the world.
Certa, porque a escrita é mostrada como um processo de ida e volta entre o que se conhece, o que se aprende e o que se comunica.
- D)Writing is the most difficult skill to teach in a foreign language.
Errada, porque o texto não compara a escrita com outras habilidades nem afirma que ela seja a mais difícil de ensinar.
- E)Writing a text is an example of the rigid aspect of language.
Errada, porque o autor defende justamente o oposto: a escrita é dinâmica, experimental e em construção.
Gabarito: C
O texto defende uma visão de escrita como processo, e não como produto final impecável. A ideia central é que escrever envolve descobrir, explorar, revisar e ir ajustando o texto enquanto a linguagem está em ação. Em outras palavras, você não escreve só para “entregar bonito” no fim; você escreve para pensar, investigar e construir sentido ao longo do caminho. É por isso que o autor fala em “discovery through language” e em “language in action”. A escrita nasce do contato entre o que você sabe, o que você sente e o que você observa no mundo. Depois, esse conhecimento volta para a linguagem: você escolhe palavras, compara opções, reescreve e melhora o texto. O movimento é de ida e volta, não de linha reta. A alternativa C está correta porque resume exatamente essa dinâmica: o processo de escrita não é unidirecional. Ele é alimentado pelo mundo e retorna a ele quando você comunica, avalia e reorganiza o que aprendeu. Essa ideia combina com a proposta de Murray de valorizar o rascunho, a revisão e a escrita em construção, em vez de tratar o texto como algo “fechado” desde o início. As demais alternativas distorcem o sentido do texto: ele não fala em excelência final como objetivo principal, nem diz que escrever é a habilidade mais difícil, nem apresenta a escrita como algo rígido. Pelo contrário, o foco é a flexibilidade, a experimentação e a descoberta.