A gestora de dados Maria observou que diversos sistemas do MPU utilizam cadastros com as mesmas entidades, como: PROMOTOR, JUIZ, ESTADO, FUNCIONÁRIO. Além disso, Maria observou que cada sistema implementa suas próprias tabelas de cadastro. Diante disso, Maria decidiu implantar a governança de dados corporativa no MPU, iniciando pela gestão dos dados críticos que são compartilhados pelos sistemas de informação, visando a assegurar um uso consistente com a versão mais precisa, oportuna e relevante das entidades essenciais do MPU, e a reduzir os riscos de redundância de dados. De acordo com o DAMA/DMBOK 2ª edição, Maria deve começar pela Área de Conhecimento:
- A)Metadata;
Errada, porque metadata trata de informa??es sobre os dados, n?o da gest?o central dos cadastros compartilhados em si.
- B)Qualidade de Dados;
Errada, porque qualidade de dados foca em acur?cia, completude e consist?ncia, mas o enunciado aponta para a governan?a dos dados mestres corporativos.
- C)Arquitetura de Dados;
Errada, porque arquitetura de dados trata da estrutura e do desenho do ambiente de dados, n?o especificamente dos cadastros comuns entre sistemas.
- D)Dados Mestres e de Referência;
Certa, porque dados mestres e de refer?ncia s?o os dados corporativos compartilhados que precisam de defini??o ?nica e uso consistente.
- E)Integração e Interoperabilidade de Dados.
Errada, porque integra??o e interoperabilidade tratam da troca e comunica??o entre sistemas, e n?o da defini??o central dos dados compartilhados.
Gabarito: D
Quando uma organização percebe que vários sistemas cadastram as mesmas entidades - como pessoas, cargos, estados ou funcion?rios - o problema central n?o ? “falta de tabela”, e sim falta de padr?o sobre quais s?o os dados que devem ser usados em comum. ? justamente a? que entra a ?rea de Conhecimento de Dados Mestres e de Refer?ncia do DAMA/DMBOK 2? edi??o. Essa ?rea cuida dos dados compartilhados e relativamente est?veis, que servem de base para v?rios processos e sistemas. Em vez de cada sistema inventar o seu pr?prio cadastro de PROMOTOR, JUIZ, ESTADO ou FUNCION?RIO, a organiza??o passa a tratar esses dados de forma corporativa, com defini??o ?nica, consist?ncia e menos redund?ncia. ? o famoso “uma vers?o para todo mundo”, sem cada sistema querendo ser o dono da verdade. Por isso, o enunciado fala em “dados cr?ticos compartilhados pelos sistemas de informa??o”, “vers?o mais precisa, oportuna e relevante” e “reduzir riscos de redund?ncia”. Esse vocabul?rio ? praticamente um cartaz luminoso apontando para Dados Mestres e de Refer?ncia. A literatura do DAMA usa essa ?rea justamente para tratar entidades centrais e seus valores padronizados, garantindo uso consistente na organiza??o. As demais op??es at? conversam com o tema de dados, mas n?o batem no foco principal. Aqui n?o se trata prioritariamente de metadados, qualidade isolada, arquitetura ou integra??o t?cnica entre sistemas, e sim da gest?o corporativa dos cadastros compartilhados. Por isso, o gabarito ? a letra D.