O objetivo da prática de gerenciamento de arquitetura, segundo o ITIL v4, é
- A)minimizar o impacto negativo de interrupções não planejadas de um serviço, restaurando a operação normal o mais rápido possível.
Errada, porque descreve gerenciamento de incidentes, que busca restaurar o serviço o mais rápido possível após uma interrupção não planejada.
- B)garantir que a organização entenda e lide com os riscos de forma eficaz para garantir a sustentabilidade contínua de seus negócios.
Errada, porque trata de gestão de riscos organizacionais, e não do gerenciamento de arquitetura no ITIL 4.
- C)fornecer os princípios, padrões e ferramentas que permitem a uma organização gerenciar mudanças complexas de maneira estruturada e ágil.
Certa, porque o gerenciamento de arquitetura fornece princípios, padrões e ferramentas para orientar mudanças complexas de forma estruturada e alinhada à organização.
- D)mover hardware, software, documentação, processos ou qualquer outro componente novo ou alterado para ambientes produtivos.
Errada, porque isso é liberação de mudanças para produção, típico de release management ou deployment management.
- E)assegurar que a organização entenda e gerencie os riscos à confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações.
Errada, porque descreve gerenciamento de segurança da informação, focado em confidencialidade, integridade e disponibilidade.
Gabarito: C
No ITIL 4, a prática de gerenciamento de arquitetura existe para dar coerência ao desenho e à evolução dos serviços, produtos e da própria organização. A ideia é simples: se cada área inventar sua própria solução, o ambiente vira uma colcha de retalhos. A arquitetura entra justamente para criar princípios, padrões e ferramentas que orientam mudanças de forma organizada, reduzindo improviso e retrabalho. Isso ajuda a empresa a lidar com transformações mais complexas sem perder alinhamento com a estratégia. Em vez de mudar tudo no susto, você passa a ter uma visão mais estruturada do que existe hoje, do que precisa existir amanhã e de como chegar lá. É por isso que a alternativa C faz sentido: ela captura bem a função de guiar mudanças complexas com base em padrões e consistência. As outras alternativas descrevem práticas diferentes do ITIL. Uma fala de incidentes, outra de riscos corporativos, outra de liberação de componentes para produção e outra de segurança da informação. Ou seja, parecem próximas porque todas tratam de gestão de TI, mas cada uma cuida de um pedaço específico do quebra-cabeça. Na prova, a banca gosta exatamente dessa mistura de conceitos para ver se você reconhece o nome certo da prática.