A técnica de gestão de projetos que se constrói de maneira sintética, com informações curtas em resposta às perguntas “por quê?”, “o quê?”, “quem?”, “como?”, “quanto?” e “quando?” se denomina
- A)Método do Caminho Crítico.
Errada, porque o Método do Caminho Crítico serve para planejamento e controle de prazos no cronograma, não para síntese do projeto em perguntas estruturadas.
- B)Diagrama de Ishikawa.
Errada, porque o Diagrama de Ishikawa é usado para identificar causas de um problema, especialmente a relação causa e efeito.
- C)Brainstorm.
Errada, porque brainstorming é uma técnica de geração de ideias, e não um quadro sintético de organização de informações do projeto.
- D)Canvas.
Certa, porque o Canvas organiza o projeto de forma visual e resumida, respondendo perguntas como por quê, o quê, quem, como, quanto e quando.
Gabarito: D
Essa questão cobra uma ferramenta bem popular em gestão de projetos: o Canvas. A ideia dela é montar, de forma visual e sintética, uma visão completa do projeto em um único quadro, com respostas curtas para perguntas-chave como por quê, o quê, quem, como, quanto e quando. É quase um “mapa rápido” do projeto, para enxergar o essencial sem se perder em documentos enormes. O Canvas é muito usado justamente porque facilita a comunicação entre as partes interessadas. Em vez de texto longo e burocrático, você organiza as informações em blocos objetivos, o que ajuda na compreensão, no alinhamento e na tomada de decisão. Em concursos, quando aparecer a descrição de um instrumento resumido, visual e baseado nessas perguntas, pense nele com carinho. Por isso o gabarito é a letra D. O enunciado descreve exatamente essa lógica de construção sintética e guiada por perguntas como “por quê?”, “o quê?”, “quem?”, “como?”, “quanto?” e “quando?”. Isso é característico do Canvas de projeto, não de técnicas clássicas de cronograma ou de análise de causa. As outras alternativas tentam confundir porque também são ferramentas conhecidas, mas com finalidades diferentes. Aqui o ponto central não é caminho crítico, nem causa e efeito, nem geração de ideias. É uma visão resumida e estruturada do projeto, com foco na essência. Em concurso, quando a banca fala em quadro síntese, resposta curta e panorama geral, ela está praticamente piscando para você.