Design thinking é uma abordagem que estimula a criatividade e a inovação, promovendo um processo:
- A)iterativo, com ciclos de repetição e refinamento;
Correta, porque o design thinking trabalha com ciclos iterativos de teste, aprendizagem e refinamento.
- B)linear e estrito, sem adaptação;
Errada, porque o design thinking depende de adaptação e flexibilidade, não de rigidez linear.
- C)linear, com espaço para experimentação;
Errada, porque, embora haja experimentação, a característica central não é ser linear, e sim iterativa.
- D)iterativo, sem a necessidade de revisão;
Errada, porque o método exige revisão constante das ideias e protótipos ao longo do processo.
- E)linear, com espaço para inovação se todos os envolvidos concordarem.
Errada, porque a inovação não depende apenas de concordância geral e o processo não é linear.
Gabarito: A
Design thinking é uma abordagem de solução de problemas centrada no usuário, muito usada para gerar ideias, testar hipóteses e ajustar o rumo com base no aprendizado. A lógica aqui não é de receita de bolo com começo, meio e fim rígidos, e sim de experimentação, aprendizado e melhoria contínua. Por isso, o processo é iterativo: você cria uma solução inicial, testa, observa o que funcionou ou não, refina e volta a testar. Esse vai e volta é justamente o que permite transformar uma ideia boa em uma solução realmente útil. Em projetos, isso combina muito com ambientes de incerteza e inovação. A alternativa A está correta porque traduz exatamente essa natureza cíclica do design thinking: ciclos de repetição e refinamento. É o oposto de um processo engessado, pois a proposta é aprender com o usuário e ajustar a solução ao longo do caminho. Em termos doutrinários, o design thinking costuma ser descrito como um processo de empatia, definição, ideação, prototipação e teste, com iterações entre as etapas. Ou seja, a lógica é de refinamento progressivo, não de linearidade pura.