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Gerência de Projetos · CONSULPLAN · 2023

Questão comentada de Gerência de Projetos

Há uma multiplicidade de tipos de avaliações de programas e projetos, de acordo com o critério adotado. (COSTA; CASTANHAR, 2003.) Considerando o critério da procedência ou posição do avaliador, a avaliação pode ser:

Gabarito: D

Quando a doutrina fala em avaliação de programas e projetos, ela costuma separar os critérios de classificação conforme o foco da análise. Um desses critérios é a procedência ou posição do avaliador, isto é, quem está avaliando e de onde vem esse olhar. Aqui entra a lógica de avaliação externa, interna, mista e participativa: a externa vem de fora da organização, a interna vem de quem está dentro, a mista combina as duas e a participativa envolve os próprios interessados no processo. Esse recorte é clássico na doutrina de avaliação de políticas, programas e projetos, como em Costa e Castanhar. A ideia é simples: antes de perguntar se o projeto deu certo, você pergunta quem está olhando para ele. E isso muda bastante a leitura do resultado, porque um avaliador externo tende a ter mais distanciamento, enquanto um interno conhece melhor a rotina e os detalhes operacionais. Por isso, o gabarito é a letra D. As outras alternativas tratam de critérios diferentes, como momento da avaliação, foco de análise ou tipo de resultado, mas não da procedência do avaliador. Em prova, a banca costuma misturar esses critérios para ver se você percebe que a classificação é feita por eixos distintos, sem confundir um com o outro. Então, guarde assim: quando a pergunta falar em posição do avaliador, pense em quem avalia e de onde vem a avaliação. Se a ideia for comparar antes, durante ou depois, aí já é outro critério totalmente diferente.

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