Em gestão de projetos, aqueles que operam em ambientes técnicos e de negócios de baixa complexidade são denominados
- A)desafiadores.
Errada, porque 'desafiadores' se relaciona a maior complexidade e maior necessidade de adaptação, não a ambientes simples e previsíveis.
- B)contínuos.
Errada, porque 'contínuos' remete mais a atividades permanentes ou operacionais, e não à classificação de projetos por complexidade.
- C)rotineiros.
Certa, porque ambientes técnicos e de negócios de baixa complexidade são classificados como rotineiros, pela menor incerteza e maior previsibilidade.
- D)externos.
Errada, porque 'externos' descreve a origem ou influência do ambiente, e não o grau de complexidade do projeto.
Gabarito: C
Em gestão de projetos, a banca costuma classificar os projetos conforme a complexidade do ambiente técnico e do ambiente de negócios. Quando esses dois lados são pouco complexos, o projeto tende a ser mais previsível, com menos incerteza, menos surpresas e muito mais cara de atividade repetitiva do que de aventura heroica. Nessa lógica, projetos em ambientes técnicos e de negócios de baixa complexidade são chamados de rotineiros. A ideia é simples: se o contexto é estável, conhecido e com poucas variáveis fora de controle, o projeto segue padrões mais usuais e a gestão fica mais parecida com uma operação bem repetida do que com um desafio cheio de reviravoltas. Já quando a complexidade sobe, a classificação muda para cenários mais desafiadores, exigindo mais adaptação, coordenação e monitoramento. Então, aqui o ponto-chave da questão é perceber que baixa complexidade combina com rotina, não com desafio. Em provas de PMBOK e gerenciamento de projetos, vale lembrar essa associação entre nível de complexidade e tipo de ambiente: quanto mais simples e previsível o contexto, mais “rotineiro” ele é. É aquele projeto que não pede bola de cristal, só método e organização.