Os testes físicos para pessoas saudáveis, para pacientes e para pessoas acima de 35 anos, são distintos, mas independentemente do tipo de teste, o nível de desempenho baseia-se no(a)
- A)frequência cardíaca.
Errada, porque a frequência cardíaca ajuda a monitorar o esforço, mas não é o parâmetro principal para definir desempenho físico.
- B)resultado da pressão arterial.
Errada, pois a pressão arterial é um dado de segurança e resposta cardiovascular, não o base para classificar capacidade funcional.
- C)no nível da pressão diastólica.
Errada, porque a pressão diastólica isoladamente não mede desempenho físico nem aptidão aeróbica.
- D)monitoramento eletrocardiográfico (ECG).
Errada, já que o ECG serve para acompanhar o coração durante o teste, mas não determina o nível de desempenho.
- E)captação submáxima e máxima de oxigênio (VO2max).
Certa, porque a avaliação do desempenho físico se apoia na captação de oxigênio, especialmente no VO2max, que reflete a capacidade cardiorrespiratória.
Gabarito: E
Quando a Fisioterapia avalia desempenho físico, o objetivo não é olhar só um sinal isolado, como frequência cardíaca ou pressão arterial, porque isso pode variar bastante de pessoa para pessoa. O ponto central é medir a capacidade funcional, isto é, quanto o organismo consegue sustentar esforço com segurança e eficiência. Em testes físicos para pessoas saudáveis, pacientes e indivíduos acima de 35 anos, o que realmente orienta a comparação do desempenho é a resposta ao consumo de oxigênio. Em outras palavras, o quanto a pessoa consegue captar, transportar e utilizar oxigênio durante o esforço. É por isso que o VO2max aparece como referência clássica de aptidão cardiorrespiratória. O VO2max representa a captação máxima de oxigênio, e em alguns contextos também se fala em avaliação submáxima, quando o teste não vai até o limite por questões de segurança. Mas, seja em teste máximo ou submáximo, a lógica continua a mesma: estimar a capacidade aeróbica, que é o melhor termômetro do desempenho físico. Por isso o gabarito é a letra E. As outras alternativas mostram parâmetros importantes de monitorização, mas nenhum deles, sozinho, define o nível de desempenho físico como faz a medida relacionada ao VO2. É o clássico caso em que a banca mistura vigilância clínica com critério de performance para ver se voce separa uma coisa da outra.