A obesidade é um fator de risco para a doença arterial coronariana e a hipertensão. Pela avaliação do índice de Massa Muscular (IMC), o paciente considerado obeso grau III (obesidade mórbida) tem valor de IMC
- A)menor do que 20 kg/m2 .
Errada, porque IMC menor do que 20 kg/m2 não define obesidade e ainda pode ficar perto da faixa de normalidade/baixo peso.
- B)entre 20 e 24,9 kg/m2 .
Errada, porque 20 a 24,9 kg/m2 corresponde à faixa de IMC adequado, não obesidade.
- C)entre 25 e 29,9 kg/m2 .
Errada, porque 25 a 29,9 kg/m2 indica sobrepeso, e não obesidade.
- D)entre 30 e 39,9 kg/m2 .
Errada, porque 30 a 39,9 kg/m2 abrange obesidade grau I e II, mas não o grau III.
- E)maior do que 40 kg/m2 .
Certa, porque obesidade grau III (obesidade mórbida) é classificada com IMC maior do que 40 kg/m2.
Gabarito: E
O IMC é uma conta simples, mas que cai muito em prova: peso dividido pela altura ao quadrado. Ele ajuda a classificar o estado nutricional e, na prática, a obesidade, que aumenta o risco de doença arterial coronariana e hipertensão. Na classificação mais cobrada, IMC abaixo de 18,5 indica baixo peso; entre 18,5 e 24,9 é faixa considerada adequada; de 25 a 29,9 corresponde a sobrepeso; de 30 a 34,9 é obesidade grau I; de 35 a 39,9 é obesidade grau II; e acima de 40 é obesidade grau III, também chamada de obesidade mórbida. Por isso, o gabarito é a letra E. Quando a questão fala em obesidade grau III, ela está pedindo exatamente o IMC maior do que 40 kg/m2. A banca gosta de testar esses cortes, então vale memorizar como uma escadinha: sobe 5 em 5 até chegar ao grau III. Não há um fundamento legal específico aqui, mas sim um critério técnico amplamente aceito em diretrizes clínicas e na prática assistencial.